Terça, 21 de agosto de 2018
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Política

23/07/2018 às 00h14 - atualizada em 23/07/2018 às 00h18

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Redacao

Palmas / TO

“Não vou basear minha gestão na política do pão e circo”
Responsabilidade com os recursos públicos e relação institucional saudável com o governo estadual são premissas da tucana, que ainda tem mais 2 anos e meio no comando da Prefeitura de Palmas
“Não vou basear minha gestão na política do pão e circo”
Prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro (PSDB) - (Foto: Divulgação/Agência Tocantins)

A nova prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro (PSDB), tem a política nas veias. Desde que conheceu o senador João Ribeiro, em 2001, quando ele exercia o mandato de deputado federal, enveredou-se pelos meandros da política, trabalhando intensamente no ano de 2002 na campanha do parlamentar rumo ao Senado Federal.


Ao lado de João Ribeiro, Cinthia graduou-se em fonoaudiologia em Brasília (DF) e teve uma verdadeira formação prática de política em tempo integral. Conheceu os 139 municípios do Tocantins, seus líderes e mais do que isso, a realidade do Estado que escolheu para viver. Dessa união nasceu João Antônio, filho caçula do senador João Ribeiro e o único filho de Cinthia. Em 2013, o senador João Ribeiro faleceu, após lutar contra um tipo raro de leucemia.


Em 2015, indicada pelo PSDB, aceitou o desafio de participar das eleições municipais, ao lado do prefeito Carlos Amastha (PSB), como candidata a vice-prefeita de Palmas. Após a renúncia do titular, em 2018, para se candidatar ao cargo de governador do Tocantins, Cinthia iniciou o projeto de continuidade do mandato, imprimindo, contudo, em cada ação o seu próprio estilo de trabalho, em conformidade com as demandas apresentadas pela população.


Além disso, a nova gestora destaca que está preparada para assumir seu novo desafio: manter e elevar a qualidade dos investimentos públicos já realizados, condição necessária para que a economia se mantenha aquecida, visando atrair novos investimentos e dinamizar aqueles existentes, como também, promover a geração de empregos e renda.


O senador Ataídes Oliveira (PSDB) era o suplente do seu marido e assumiu o cargo com o falecimento de João Ribeiro. Sua filiação a esta sigla, bem como sua indicação para ser vice-prefeita na chapa de Carlos Amastha está intimamente ligada a esta proximidade? E seu apoio irrestrito à candidatura ao governo encabeçada por Amastha, gerou atritos no partido?
Parafraseando João Ribeiro, respondo-lhe que uma das coisas que deve ser evitada em política é pessoalizar as relações institucionais. Uma vez desfeito o palanque, temos que entender que os eleitos governarão para todos e não apenas para seus eleitores ou correligionários.


Após seis meses de sua passagem, era necessário sair do luto, erguer a cabeça e reassumir o controle da minha própria vida, ser o agente de transformação da minha realidade. Por ser suplente do João, o senador Ataídes se tornou uma pessoa muito próxima, naturalmente. Havia um legado político para ser administrado e quando recebi o convite para ser chefe de gabinete dele, aceitei. Logo após as eleições de 2014, filiei-me ao PSDB. Assumi a presidência do PSDB Mulher e também um cargo de comando na executiva nacional do partido, com recortes de gênero.


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Nas eleições de 2016, veio o convite para integrar a chapa que concorreria às eleições municipais e que foi vitoriosa. Assumi, de corpo e alma, a campanha e o fiz como se eu mesma fosse a candidata a prefeita. Bati de porta em porta, não fiquei na zona de conforto ou fui figura decorativa.


Após tomar posse no cargo de vice-prefeita, assumi várias funções na administração municipal, com o intuito de me preparar em todas as áreas para o exercício da função, caso um dia fosse necessário.


Esse elo com o PSDB é muito ro­busto, mas naquele momento e la­mentavelmente – quando Amas­tha quis renunciar para disputar o governo do Tocantins – o senador Ataídes não conseguiu fazer uma boa leitura a­cerca da minha proximidade com a gestão, que visava, apenas e tão so­mente, contribuir com o bom andamento da administração, da qual eu faço parte. Era incoerente me postar contra o prefeito Amastha, naquele momento.


Com o decorrer do tempo [Ataí­des nem foi candidato na eleição suple­mentar] posso afirmar que esse pequeno desajuste entre nós está totalmente superado. Na convenção do PSDB ele me fez um pedido público de perdão, atitude que eu achei muito bonita e muito honrosa, mesmo porque gratidão, humildade e perdão são para poucos. Esse descompasso está superado e, atualmente, estamos caminhando juntos na reconstrução de um partido cada vez mais forte.


Após a renúncia do prefeito Amas­tha e sua ascensão ao cargo, naturalmente, o seu vice-prefeito é o pre­sidente da Câmara de Verea­dores. Qual a sua percepção sobre o atual presidente, vereador Folha Filho, bem como do novo presidente eleito, Marilon Barbosa, que assumirá a partir de 2019?
A minha relação com o parlamento municipal é a melhor possível e isso nos proporciona governabilidade. Os contrapontos são bem-vindos, visto que os argumentos contraditórios, além de serem importantes para o processo democrático, nos permite enxergar situações que talvez não houvéssemos percebido.


Após o primeiro turno da eleição suplementar no Tocantins, houve uma mudança de comportamento na Câmara Municipal da capital, mesmo porque coincidiu com o período de eleição da presidência do parlamento municipal. As tomadas de posição de alguns foram surpreendentes, porque caminhavam juntos na eleição da Câmara, mas em lados opostos na eleição suplementar.


Nossa cidade é politizada e, logicamente, nossa Casa de Leis, também. O certo é que ao final do processo eleitoral, os ânimos se acalmaram e creio que tudo voltará ao normal no segundo semestre.


A envergadura e a responsabilidade que envolve o cargo de presidente da Câmara deve ser reavaliado por todos, entre os quais, os próprios vereadores. Hoje ocupado pelo vereador Folha e, a partir de 2019, pelo vereador Marilon, o presidente, além de pautar o que será decidido, deve estar ciente que, neste caso, ele é o vice-prefeito e isso, por si só, lhe traz grandes responsabilidades.


O fato de o novo presidente ter sido eleito por unanimidade, também gera muitas expectativas sobre sua gestão. Iniciamos na prefeitura um novo tempo de prosperidade e paz. Vamos caminhar juntos, interligados, pensando lá na frente, deixando a politicagem fora disso.


Houve nos últimos dias, algumas divergências da sua gestão com o presidente da Câmara, aliado declarado do ex-prefeito Carlos Amas­tha. Como a sra. contornou essa espécie de “fogo amigo”?
Mudou o gestor, mas não mu­dou a gestão, até porque estou executando um orçamento que não foi eu planejei ou definiu prioridades. Contudo, estou conduzindo todo esse processo de forma extremamente responsável.


Recebi críticas do vereador Folha Filho, acerca da temporada de férias, que muitos chamam de temporada de praia. Devo explicar que nosso orçamento é curto, todavia, estamos tentando dar continuidade às ações que foram empreendidas ano passado. Alerto, no entanto, que não vou contratar shows e mais shows de bandas caras e famosas, baseando minha gestão na política do pão e circo. Eu sei das prioridades da cidade e entendo que o poder público pode sim, proporcionar lazer à população, como fizemos no magnífico “Arraiá da Capitá”, com estrutura de primeira e apresentação de artistas locais, entretanto, realizamos o evento com economia de 39% em relação ao ano passado.


Esses shows nas nossas praias permanentes, que os vereadores consideram como louros de seus mandatos, geralmente são dispendiosos. Especificamente em relação à crítica do presidente da Câmara, devo lembrá-lo que não haverá shows de grande porte na praia das Arnos, não porque a prefeitura não quer, mas sim porque o Termo de Ajuste de Conduta assinado pela gestão anterior com os órgãos de controle, visando a realização da festa de réveillon, ainda não foi totalmente cumprido. Portanto, há um impedimento legal em relação àquela praia para receber shows, e não serei irresponsável a ponto de colocar a população em risco.


Nesse aspecto, creio que o ataque do vereador, que agora se posiciona como oposição, foi desastroso, porque quis colocar a população contra o Executivo, quando na verdade, ele deveria explicar porque a praia não pode receber tais shows. Talvez ele nem sequer saiba…


Há poucos dias, a sra. alterou o mo­delo de gestão, estabelecendo no­vas responsabilidades para algumas pastas. Isso foi aprovado, inclusive, pelo parlamento municipal. Após 100 dias à frente da gestão da Prefeitura de Palmas, qual é o ba­lan­ço, os desa­fios e suas perspectivas?
Dentro dos meus conceitos, tradicionais e conservadores demais em alguns casos, entendo que o orçamento não tem que caminhar junto com o financeiro e sim, com o planejamento. Penso que quem arrecada não pode ser responsável por definir o que será pago. Essa tarefa é de quem planeja.


Dentro desse contexto, a subprefeitura da região sul, por exemplo, é apenas um braço, uma ramificação da Secretaria de Infraes­trutura, mas que não tem que ter autonomia financeira.
Hoje, os recursos estão condensados e centralizados e isso traz dinamismo para a gestão.


Também foi uma das primeiras atitudes do meu governo, recriar a Secretaria de Transparência e Controle Interno, cuja estrutura estava subordinada à Procuradoria do Município. Tam­bém dei autonomia à Casa Civil, que an­teriormente era subordinada à Pro­curadoria, e agora tem status de se­cretaria. Esses realinhamentos eram necessários, na minha visão, e já foram aprovados pela Câmara de Vereadores, inclusive com os votos considerados, anteriormente, como oposicionistas. Um ganho extraordinário para o município de Palmas, sem dúvidas.


A sra. tem se mostrado rígida na ges­tão dos recursos e as insígnias “fe­chou a torneira” ou “usuária da te­soura” tem sido muito utilizado como referência da sua administração…
Mas é lógico. Não existe fórmula mágica ou segredo do sucesso. Não posso gastar mais do que eu arrecado. As pessoas não querem entender que houve uma frustração de receitas [IPTU judicializado] na ordem de R$ 28 milhões. Eu não posso sair jogando “pó de pirlimpimpim” na cidade e deixar atrasar os salários dos servidores, faltar asfalto nos bairros, combustível em ambulâncias, redes de proteção nas praias ou alimentação nas escolas de tempo integral. Não me dou ao direito de ser irresponsável ou ineficiente com a coisa pública nem tampouco responder, futuramente, por improbidade administrativa.


É fato público e notório que seu antecessor, em que pese ter a maioria dos vereadores ao seu lado no segundo mandato, tinha um difícil convívio com os parlamentares estaduais e federais. Como a sra. pretende retomar essas relações e parcerias político-partidárias?
A minha intenção é estreitar esses laços. Minha primeira agenda institucional foi com bancada federal e a coordenadora da bancada, deputada Professora Dorinha (DEM). Fui muito bem recebida pelos deputados federais e senadores e tratamos de uma agenda positiva para a nossa cidade. Encontrei pessoas amigas, parceiras e interessadas em nos ajudar. Palmas sofreu muito e já foi extremamente prejudicada por esta distância do prefeito em relação aos parlamentares federais. Em que pese a cidade já possuir vida própria, nunca é demais considerarmos dar um salto, ao invés de um passo.


Muita coisa acontece por intermédio de pagamento de emendas federais individuais. A deputada Dulce Miranda (MDB), por exemplo, destinou recentemente R$ 600 mil para obras infraestruturais em Palmas, indicando que nós beneficiássemos o Jardim Taquari, um sofrido e longínquo bairro da nossa capital. Não me oponho. Aquela região merece receber benefícios.
Inobstante a isso, solicitei que os deputados federais e senadores centralizassem esforços no sentido de fazer, de forma conjunta, uma emenda de bancada, de forma tal que fosse viabilizada a construção de um centro de convenções que possuísse amplos auditórios e estivesse apto a receber eventos internacionais. A ideia já está em andamento e, provavelmente, será colocada em prática, o que é muito positivo.


Um dos gargalos da cidade é o anel viário (Av. NS-15) que está sendo construído pelo governo estadual. Quais são as tratativas para que esta obra seja concluída o mais rapidamente possível, visando desafogar o tráfego do centro da cidade?
Como já disse, em virtude de não pessoalizar as relações institucionais, estive na posse do governador Mauro Carlesse (PHS) e já requisitei um espaço no cronograma de atividades dele para tratarmos das prioridades da capital e elaborarmos, juntos, uma agenda positiva. Em que pese estar em outro grupo político durante a eleição suplementar, respeito o resultado das urnas e o reconheço como o governador dos tocantinenses. Portanto, independentemente de quem esteja ocupando o cargo, não vou medir esforços para trazer recursos e benefícios para a cidade que está sob minha administração.


Nesse encontro, vou tratar do assunto questionado, visto que obras paradas geram impacto negativo no município, como também vamos falar sobre a regularização fundiária de Palmas, este sim, um dos grandes gargalos da cidade na minha visão. É preciso uma boa sincronia entre o governador e a prefeita. A população de Palmas quer resultados e, por isso, nossa reunião vai tratar de um modo geral do bem-estar da nossa população.


Em relação ao distrito de Luziman­gues, localizado do outro lado da ponte, mas que pertence ao município de Porto Nacional, há uma espécie de simbiose com a capital, porque a ampla maioria daqueles que ali residem migrou de Palmas. Em que pese recolherem impostos para outro município, aquela comunidade considera a sra. como a prefeita deles, mesmo porque utilizam os serviços oferecidos por este município. Como administrar esse ônus, sem a devida contrapartida?
Como você bem disse, aquelas pessoas têm como referencial a cidade de Palmas e não Porto Nacional. Enquanto eles não obtêm a emancipação política, certamente eles iriam preferir contribuir com seus impostos para a nossa capital.


Infelizmente, apesar de Palmas estar preparada para receber 600 mil habitantes, temos apenas 300 mil residindo aqui. Temos que manter iluminação pública, coleta de lixo e esgoto, linhas de ônibus mesmo onde não há pessoas morando. Isso torna a cidade cara, exatamente em razão desses vazios urbanos. Isso culmina com o êxodo daquelas pessoas para o outro lado da ponte, onde tudo, de certa forma, acaba se tornando mais barato e acessível.


Temos que ponderar isso e encontrar soluções para preencher esses vazios, evitando esse fluxo migratório. É uma meta a longo prazo. É necessário dizer que houve uma inércia por parte de vários governadores em relação a este problema, que agora está agravado.


Inobstante a isso, temos que considerar que, constitucionalmente, o SUS, por exemplo, é universal e o paciente tem que ser atendido onde procurar socorro. O problema é que recebemos do governo federal apenas os recursos proporcionais ao número de habitantes.


Diante da necessidade de atender, continuadamente, os contribuintes de Palmas e a população circulante oriunda de Luzimangues, que para o governo federal são contabilizadas como habitantes de Porto Nacional, há uma desproporção e um desequilíbrio. Infelizmente, estamos longe de uma solução, contudo, continuaremos a cumprir nossas obrigações com aquele povo, independentemente do recolhimento de impostos.


A sra. tem mais dois anos e meio de mandato pela frente. Quais são suas perspectivas para esse período?
As melhores possíveis, apesar de achar que seja um tempo curtíssimo para colocar em prática tudo que um gestor com boa vontade gostaria de implementar num município com essas proporções territoriais.


Além da regularização fundiária, minha prioridade é humanizar o atendimento e os serviços públicos. Aumentamos vários índices como Ideb (de Desenvolvimento da Edu­cação Básica), e IDH (de Desenvol­vimento Humano), é bem verdade, mas o que eu quero é que isso reflita na vida dos cidadãos. As pessoas procuram essa humanização quando a gestora é uma mulher. Temos especificidades diferentes e a população quer alguém, tal qual a figura de uma mãe, cuidando dela.


Também quero deixar como legado da gestão a inovação. Precisamos investir em um novo modal de transporte público para a cidade. As tecnologias avançam todos os dias, as pessoas estão permanentemente conectadas e o poder público tem que acompanhar as evoluções, cada vez mais rápidas.


Por fim, serão necessários estudos de georreferenciamento, visando adequar o que cada contribuinte paga a título de IPTU. Não se trata de aumentar impostos ou a arrecadação, e sim uma questão de justiça fiscal. Há distorções que precisam ser corrigidas, temos consciência plena dessa necessidade, contudo, não faremos mudanças sem estudos sérios acerca do tema, acompanhado de audiências públicas e discussões com o Parlamento.


A sua história está muito ligada ao saudoso senador João Ribeiro, um político benquisto no Estado, que deixou um legado de realizações surpreendentes. Qual é a relevância desse elo para sua carreira e exercício de cargos públicos?
Os 14 anos de convivência lado a lado com ele, não apenas como agente político, mas também como pessoa, me trouxeram experiências magníficas. Casei-me com ele com apenas 22 anos e existe, com toda certeza, uma Cinthia antes desse convívio e outra depois dele. Amadureci, cresci, evoluí. Ele também alterou hábitos após nosso encontro e, pelo relato de pessoas mais próximas, ele também se modificou para melhor. Portanto, foi um aprendizado para ambos em todos os aspectos. Posso garantir, sem pestanejar, que o João foi o grande amor da minha vida.


Quanto à política em si, quando o conheci ele estava no exercício do segundo mandato de deputado federal. Estrategicamente, ele assumiu a Secretaria de Governo do Tocantins, no então governo Siqueira Campos. Participei intensamente do trabalho desenvolvido àquela época, como, também, de todos os encontros e reuniões políticas, que discutiam os mais variados temas de interesse da sociedade. Posteriormente, ele se tornou senador da República e, para mim, foi mais um aprendizado. Ele era muito acessível, simples, otimista, resiliente e humilde. Isso contagiava as pessoas. Eu aprendi que a melhor forma de fazer política, seria seguir os mesmos passos dele.


Por fim, uma coisa é fato: ser o filho do deputado fulano, esposa do senador sicrano não segura ninguém em seus postos, porque isso se exaure com o tempo. A gente consegue se manter apenas se tivermos conteúdo e discernimento.

FONTE: JORNAL OPÇÃO

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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 06/08/2018 ás 07h33

Tocantins estado para onde muitas pessoas vieram na década dos anos 90, atrás de conseguir realizar seus sonhos e conseguir a tão sonhada casa própria e mudar de vida, em meio a um cerrado ainda sendo desbravado por nortistas, sulistas, nordestinos, pessoas vindas de todas as regiões do país, para uma terra que antes era conhecida como o corredor da miséria, pelos então moradores da região sul do Estado de Goiás.[

Terra essa, que durante alguns anos fora comandada por verdadeiros coronéis, que interromperam as realizações dos sonhos de diversos pioneiros que aqui acreditaram, é nesse pleito querem retornar ao poder no intuito de alimentar as suas ganâncias e realizar seus desejos individuais, estarão indo às ruas, batendo de porta em porta, na televisão, nos rádios e nas redes sociais para mais uma vez enganarem os sofridos pioneiros que no passado acreditara em suas promessas, que até hoje nunca ser responsabilizaram em cumprir e realmente trabalhar em prol de todos.

Postada em 03/08/2018 ás 12h19

Tudo está muito louco. Pré candidato que lutava contra a "velha política" e xingava os políticos tradicionais uniu-se a eles em nome de um projeto de poder.  O que também e pré-candidato o Juiz que criou a lei da ficha limpa para barrar políticos envolvidos em corrupção de participar do processo eleitoral se alia a esses políticos que ele tentou barrar. Vai enternder 

Postada em 31/07/2018 ás 17h35

O Bico do Papagaio é uma região bonita e rica, porém, sem investimento por parte do poder público para explorar suas potencialidades. Até o presente momento nossa região foi tratada apenas como um garimpo de votos, onde se vem extrai os votos e depois é esquecida pelos próximos quatro anos.

Precisamos de um representante que não veja o Bico do Papagaio somente como um lugar para angariar votos, mas que esses votos conseguidos aqui se transformem em benefícios para a Região.

Postada em 31/07/2018 ás 03h38

Conforme o Delegado responsável pelo caso,  o indivíduo é suspeito de ter mantido relações sexuais com a menor, mediante violência imprópria, isto é, após ter embriagado agarota de apenas 12 anos de idade.

Postada em 29/07/2018 ás 21h13

Dois carros bateram de frente na avenida Teotônio Segurado na manhã deste domingo (29). O acidente aconteceu ao lado do estádio Nilton Santos, no trecho onde a avenida tem pista única, próximo à ponte que dá acesso à região sul da capital. Conforme os bombeiros, um homem teve ferimentos mais graves e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

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