Polícia PRESO EM FLAGRANTE
Homem é preso e máquinas avaliadas em R$ 3 milhões são apreendidas em operação contra mineração ilegal em Cristalândia
A ação ocorreu nesta quarta-feira (4) e resultou na prisão de um homem e na apreensão de maquinários avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões.
05/03/2026 16h57 Atualizada há 4 meses
Por: Patrícia Alves Fonte: Redação | Agência Tocantins
Foto: Divulgação

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Agência Nacional de Mineração (ANM) flagrou uma atividade de mineração ilegal no município de Cristalândia, na região central do Tocantins. A ação ocorreu nesta quarta-feira (4) e resultou na prisão de um homem e na apreensão de maquinários avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, equipes da Polícia Federal, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente, participaram da fiscalização ao lado de técnicos da ANM para verificar denúncias e possíveis irregularidades relacionadas à exploração mineral na região.

Durante a inspeção no local, os agentes constataram que havia extração de recursos minerais sem autorização dos órgãos competentes. Um homem foi preso em flagrante e encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal no Tocantins, em Palmas, onde foram adotados os procedimentos legais.

Foto: Divulgação

Equipamentos apreendidos

Na área onde ocorria a atividade irregular, os agentes também apreenderam diversos equipamentos utilizados na exploração mineral, incluindo máquinas de grande porte usadas no processo de extração. Segundo estimativa das autoridades, o valor total do maquinário apreendido pode chegar a cerca de R$ 3 milhões.

A exploração mineral sem autorização é considerada crime e pode configurar, além de dano ambiental, usurpação de bem da União, já que os recursos minerais pertencem ao patrimônio federal.

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Investigação

A operação faz parte de ações de fiscalização realizadas por órgãos federais para combater a exploração ilegal de recursos naturais no Tocantins. O caso seguirá sob investigação para identificar se há outras pessoas envolvidas na atividade irregular na região.

 

 

Reportagem: Patrícia Alves / Agência Tocantins