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Esportes

22/09/2018 às 18h30

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Redação

Palmas / TO

Estudantes tocantinenses vivenciam modalidades esportivas com medalhista paralímpica Terezinha Guilhermina
Esta é a primeira vez que o Comitê Paralímpico Brasileiro promove o Festival do Atleta Paralímpico no país. Cerca de dez mil pessoas foram envolvidas na ação deste sábado.
Estudantes tocantinenses vivenciam modalidades esportivas com medalhista paralímpica Terezinha Guilhermina
Terezinha Guilhermina demonstrou habilidades na pista de atletismo ao correr com o aluno João Pedro - (Fotos: Nilson Chaves/Governo do Tocantins)

Mais de 100 estudantes das redes estadual e municipal com deficiência física, visual e intelectual, além da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Palmas e Paraíso participaram do Festival Dia do Atleta Paralímpico, neste sábado, 22 de setembro, em Palmas, onde puderam experimentar a prática de três modalidades esportivas, com a medalhista paralímpica, Terezinha Guilhermina, que já conquistou três ouros em Jogos Paralímpicos. O Festival, realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em comemoração ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22 de setembro) em 48 municípios de todo o País, foi promovido na Capital, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc).


Bem à vontade e com muita simpatia, a velocista brasileira, que tem deficiência visual, emocionou o público; conversou com os alunos, professores e ainda fez uma demonstração na pista de atletismo da Universidade Federal do Tocantins (UFT), ao correr ao lado do estudante João Pedro Bernardes, que também tem deficiência visual. “Foi emocionante correr com uma medalhista. Fiquei muito feliz de participar desse evento”, frisou o aluno.


Terezinha Guilhermina falou das dificuldades da carreira iniciada aos 22 anos e dos desafios para se tornar uma campeã. “Estou muito feliz de participar dessa iniciativa que promete muito sucesso com o fomento do paradesporto no Brasil. Toda caminhada começa com o primeiro passo e, no caso do esporte, quanto mais cedo,  maior é a probabilidade de ter mais sucesso. Quando fiquei sabendo que cego podia correr me senti motivada. Ver essa galera podendo experimentar a prática do esporte, independente da deficiência, é um privilégio, um sonho realizado. Ser parte disso é extremamente especial e emocionante para mim. Sempre reforço que valeu a pena todos os desafios que eu superei para hoje ser espelho para essa geração”, destacou.


Durante o Festival, as crianças e os jovens com idade entre 10 e 17 anos, acompanhadas de familiares e professores, experimentaram as modalidades esportivas paralímpicas de atletismo, bocha e tênis de mesa, vivenciadas de forma lúdica e inclusiva, utilizando equipamentos esportivos confeccionados com material reciclável, como raquetes, bolas de tênis, bocha e peso.


Aparecida Guedes, mãe de Amanda, aluna da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Palmas, com paralisia cerebral, disse que ficou emocionada ao ver a filha praticar esportes. “Muito bom esse momento de socialização. Nunca imaginei que a minha filha pudesse praticar todos esses esportes, inclusive tênis de mesa. Com tudo adaptado à deficiência dos atletas, ela pôde participar de todas as modalidades esportivas. Fiquei feliz por ver minha filha tão feliz”, completou.


A professora Joianésia da Silva Carvalho, da Escola Municipal Darcy Ribeiro, de Palmas, que acompanhava os alunos no evento, disse que as demonstrações das práticas esportivas utilizando materiais construídos pelos próprios professores serão facilmente aplicadas na unidade estudantil. “Nas aulas de educação física, a gente pode adaptar os esportes para a participação de todos, construindo os próprios materiais. A gente aprende muito vendo os alunos participando de atividades como essas, e isso nos estimula a fazer mais por eles”, destacou.


“Foi um momento muito lindo poder participar de todos esses esportes. O que mais gostei foi a bocha, nunca tinha jogado”, disse Vitória Aparecida Neres, de 13 anos, da Escola Municipal Darcy Ribeiro, de Palmas.


Para a coordenadora técnica do Festival em Palmas, Keilla Gonçalves, o objetivo foi atingido com o fomento do esporte paralímpico. “Pessoas que nunca tiveram aproximação com o esporte paralímpico puderam vivenciar três modalidades diferentes. Um dos objetivos do CPB com a promoção desse evento é que os professores percebam que não precisa ter um material específico para incentivar o esporte. Os materiais podem ser construídos, como nós fizemos para o evento, aproveitando material reciclável e adaptando a prática esportiva de acordo com a deficiência dos alunos. Vimos nos rostos desses alunos a alegria e a felicidade em participar desse momento”, frisou.


Esta é a primeira vez que o Comitê Paralímpico Brasileiro promove o Festival do Atleta Paralímpico no país. Cerca de dez mil pessoas foram envolvidas na ação deste sábado, que promoveu a experimentação do esporte adaptado a cerca de 7.200 crianças, com faixa etária de 10 a 17 anos.


Foram parceiros na realização do Festival em Palmas a Federação das Apaes do Estado do Tocantins,  Secretaria Municipal de Educação de Palmas, Universidade Federal do Tocantins, campi de Palmas e Miracema, Instituto Federal do Tocantins (IFTO), campus de Palmas, Faculdade de Palmas (Fapal) e Centro Universitário Luterano de Palmas (Ulbra), com um total de 205 pessoas envolvidas, sendo 111 alunos - 21 com deficiência física, 72 com deficiência intelectual, 8 com deficiência visual e 10 não deficientes.


 


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 20/02/2019 ás 17h47

UM DESASTRE IMINENTE EM PALMAS

Após a ocorrência de um desastre, seja ele causado pelas forças da natureza ou pela ação humana, sempre aparecem colunistas, especialistas e formadores de opinião pra dizer que a tragédia já dava sinais de acontecer e que poderia ter sido evitada. Todavia, esses formadores de opinião dificilmente alertam a população antes do fato. A própria população afetada é que denuncia o descaso com os riscos, sendo ignorada na maioria das vezes.

Foi assim nos rompimentos das barragens em Minas Gerais, como também nos casos dos deslizamentos de terra, no incêndio do alojamento do Flamengo e em tantos outros desastres que ocorreram no Brasil.

E em Palmas a história se repete, pois está em curso um outro tipo de desastre e esses formadores de opinião mais uma vez dão de ombros frente ao óbvio, mesmo vendo as pessoas emitirem o alerta todos os dias nas redes sociais, nas entrevistas de de TV e em suas reclamações nos bairros e nas ruas.

É o desastre chamado gestão Cinthia Ribeiro. Sim, uma gestão incompetente à frente de uma Capital com 300 mil habitantes pode prejudicar a população muito mais que um incêndio em um prédio ou um desastre natural.

O cenário da capital é de abandono em meio ao matagal nos bairros, as ruas esburacadas, os serviços públicos com queda de qualidade e a saúde jogada às traças, onde o único morador confortável na cidade responde por Aedes Aegypti.

E nessa marcha Cinthia Ribeiro que já é considerada no meio político a pessoa mais ingrata e infiel ao seu partido da história do Tocantins, perdendo inclusive, em materia de traição para Marcelo Miranda, pois este já havia sido eleito pelo voto popular quando empinou a carroça contra Siqueira Campos, agora caminha pra ser a pior gestora que a população de Palmas já conheceu.

Desafortunadamente, os prejuízos materiais e os danos humanos já começaram ser contabilizados e podem evoluir para consequências irreparáveis devido à mà gestão.

Enquanto isso, aqueles colunistas, especialistas e formadores de opinião se calam de 30 mil formas diferentes, invocando até questões de gênero para defender a gestora que pagou com traição a quem lhe deu a mão e está arrasando com a Cidade.

Dessa forma, a Capital antes chamada de “Sua Linda”, levará um tempo depois de 2020 para recuperar sua autoestima e superar o desastre Cinthia Ribeiro.

 

Por Iranilto Sales

Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

Postada em 23/12/2018 ás 00h49

O Natal está chegando, e que com ele também venham a união, a paz, a alegria e o gozo de estarmos reunidos com nossa família comemorando o nascimento do maior homem da história: Cristo. Que cada pessoa  deixar brotar em seu coração a semente da paz, plantada pelo ilustre aniversariante. Boas festas. São os votos de: 

 

Keops Mota/Corespondente Agência Tocantins

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