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Na Justiça, Irajá Abreu é acusado de calote de quase R$ 5 milhões em compra de Empresa e fazendas no Tocantins
Deputado federal comprou empresas rurais e fazendas, mas, segundo credores, pagou apenas parte do pactuado; ação tramita em Ponte Alta do Tocantins.
24/09/2018 15h06Atualizado há 7 meses
Por: Redação
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Irajá Abreu é candidato ao senado na chapa de Márlon Reis / Foto: Divulgação
Irajá Abreu é candidato ao senado na chapa de Márlon Reis / Foto: Divulgação

A assessoria do PSB, partido do candidato a governador Carlos Amastha, divulgou à imprensa que o deputado federal e candidato a senador Irajá Silvestre Filho (PSD), o Irajá Abreu, está sendo cobrado na Justiça por um calote de quase R$ 5 milhões.

A ação, de número 0000013-19.2017.827.2736, tramita na Comarca de Ponte Alta do Tocantins e é movida pelos empresários, Idoli Prante e Germano Rudi Prante. Eles cobram a execução de título de R$ 4.896.871,71, referente à parte da venda de empresas rurais e fazendas que Irajá, segundo a inicial da ação, não pagou.

O contrato foi firmado em 2008 e, depois de muito tempo tentando receber a quantia que estaria sendo devida pelo deputado, os empresários ingressaram com a ação na Justiça em 2017.

Os nomes dos imóveis rurais do contrato são: Ponte Alta Agroindústria da Mandioca; Macaxeira Agroindustrial; Vinícola da Ponta e Agriman Ltda.

"Do total ora entabulado entre as partes, foram pagos R$ 791.590,00 (setecentos e noventa e um mil, quinhentos e noventa reais), restando como saldo a receber o importe de R$ 2.123.159,30 (dois milhões, cento e vinte e três mil, cento e cinquenta e nove reais e trinta centavos)", destaca a inicial da ação.

Esse valor de mais de R$ 2,1 milhões é o que está sendo cobrado, acrescido de multas, juros e correção monetária.

Cobranças sem sucesso

Os autores da ação detalham que tentaram cobrar várias vezes de Irajá, mas não tiveram sucesso. "Várias foram às tentativas de receber o montante, porém até a presente data, o executado não se prontificou a realizar o acerto vencido nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2013. Tal retrospectiva se faz necessária para que torne cristalino o pleito dos Exequentes e para que não haja dúvidas perante este Juízo!", diz outro trecho da ação.

A tramitação do processo ocorre no juízo da 1ª Escrivania Cível de Ponte Alta. Confira anexas a inicial da ação e a capa do processo no e-proc.

eproc

 

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