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24/09/2018 às 19h30 - atualizada em 24/09/2018 às 23h40

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Redação

Palmas / TO

11ª edição do Festival de Cinema e Vídeo do Tocantins exibirá 40 filmes em Palmas
Ao todo, serão exibidos mais de 40 filmes numa programação de 26 horas. O público vai poder votar no melhor filme de todas as mostras, que serão premiados com o Troféu Chico 2018.
11ª edição do Festival de Cinema e Vídeo do Tocantins exibirá 40 filmes em Palmas
A programação de abertura, na terça-feira (25) contará com a pré-estreia do longa ‘Marcha Cega' / Foto: Divulgação

O Chico - Festival de Cinema e Vídeo do Tocantins - está de volta. A 11ª edição do evento acontece a partir da próxima terça-feira (25), e vai até sábado (29) com atividades no Cine Cultura e também o CineSesc. A última edição do festival foi realizada em 2013.


Ao todo, serão exibidos mais de 40 filmes numa programação de 26 horas. A mostra apresentará curtas-metragens de todos os gêneros, em língua portuguesa. "A satisfação em retomar o Chico após cinco anos é muito grande. O setor audiovisual cresce mais a cada dia na região e no país e um projeto como o Chico deve acompanhar este crescimento", disse a diretora executiva do projeto, Juliane Almeida.


Programação


Diariamente serão exibidas produções de todas as mostras – Infâncias, Regional, Brasil e Tocantins (www.festivalchicom/programacao). Já no sábado, 29, haverá programação voltada para formação em audiovisual, com rodas de conversas e palestras, ministradas pelos jurados e curadores do Festival Chico, gestores, pesquisadores e realizadores.


A programação de abertura, na terça-feira (25) contará com a pré-estreia do longa-metragem ‘Marcha Cega’, de Gabriel di Giacomo. O documentário chega às salas de cinema de todo o Brasil no dia 27 de setembro e foi produzido durante as manifestações que ocorreram em São Paulo nos últimos anos, quando a Polícia Militar foi responsável por agredir violentamente, ferir e prender uma série de manifestantes. A classificação do longa é de 12 anos.


Premiações


O público vai poder votar no melhor filme de todas as mostras, que serão premiados com o Troféu Chico 2018. O Júri Técnico avalia as mostras Brasil e Tocantins. O produtor do Melhor Filme Tocantins e o realizador do Melhor Filme Brasil, segundo o Júri Técnico, vão receber como prêmio a participação em um festival de cinema internacional.  Na categoria Tocantins, serão ainda premiados Melhor Fotografia, Melhor edição, Melhor Roteiro e Melhor Direção. As premiações do Festival Chico 2018 acontecem no dia 29 de setembro, na cerimônia de encerramento do Festival.


O Júri Popular, constituído pelo público espectador, escolhe o Melhor Filme em todas as mostras: Mostra Brasil, Mostra Tocantins, Mostra Infâncias e Mostra Regional. Os filmes com maior número de votos em cada exibição serão premiados com o Troféu Chico 2018. Além disso, o Júri Técnico concede o Prêmio Especial ao Melhor Filme da Mostra Tocantins, destinado ao diretor ou produtor do filme, com uma Residência Artística Internacional em festival de cinema realizado na América Latina em 2018. A produtora Mistika Post oferecerá um prêmio especial para o Melhor Diretor do Tocantins de  R$ 4 mil em serviços de pós-imagem.


Júri


Edu Fernandes, um dos curadores do Festival, disse ter ficado honrado em participar do processo. “Foi com muita honra que recebi o convite de participar da comissão de curadoria do Chico em uma edição tão especial, de resgate de uma importante janela para o cinema na região Norte. O cinema estava carente do Chico”, declarou.


Presidente do júri técnico, Sérgio Soares considera que é necessário mais investimento na circulação e na difusão do audiovisual tocantinense. “Um festival com tradição se torna uma fantástica janela não só pra premiar o que está sendo feito agora, mas para gerar ideias, relações e esperanças para o cinema”, aponta.


 


Os filmes com maior número de votos em cada exibição serão premiados com o Troféu Chico 2018  Foto Nielcem Fernandes


 


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 24/11/2018 ás 14h37

A coisa está ficando insustentável. Com o governo sofrendo investigações e seus aliados envolvidos em escândalos que vai de depósito ilegal de resíduos hospitalares à apologia à pedófilia, a única saída possível e honrosa diante de tanto descalabro, que só tende a aumentar, é a cassação.

Não podemos estar sob as ordens de um governo que está moralmente abaixo de nós. As denúncias de obstrução de Justiça, concessão de contrato sem licitação para uma empresa da família de um aliado que culminou em um crime ambiental e denúncia por supostos crimes eleitorais já são fatos suficientes para que não tenhamos esse governo como legítimo.

 

Keops Mota

Postada em 08/11/2018 ás 12h55

Carlesse mente

Mauro valesse queria apenas poder sobre os bois e idiotas do Tocantins.

Depois de eleito Mauro Carlesse se tornou soberbo e arrogante e recebe apenas pessoas ligadas ao agrobusiness.

Valesse não é aquele homem humilde e correto que imaginávamos,Ele é um lobo branco disfarçado de ovelha e ao que parece será bem pior que Marcelo Miranda e não vai se sustentar no poder.

Mauro Carlesse prometeu defender e respeitar os funcionários públicos perseguidos e humilhados por Marcelo Miranda,e quando chegou ao poder virou as costas para os humildes e dá ouvidos apenas a deputados que compraram votos por 500 mil.

Mauro Carlesse nada faz pela segurança falida do Tocantins e virou suas costas largas para a saúde ferida dos tocantinenses.

Mauro Carlesse ficou neutro surdo burro e mudo quanto a Bolsonaro,e agora quer ser beneficiado.Quem é Mauro Carlesse? AINDA SABEREMOS.

Postada em 22/10/2018 ás 22h02

O Estado do Tocantins terá que promover demissões em massa se quiser se enquadrar na LRF. Carlesse estará entre deixar os contratos dos deputados e reorganizar as contas públicas]

Um levantamento publicado na Folha de São Paulo feito pela ex-secretária da fazenda de Goiás, Ana Carla Abraão, e com base nos dados do Tesouro Nacional e dos entes da Federação dá conta de que o Tocantins gasta com pessoal 71,4% de toda a sua receita.

Há alguns dias o governo do Estado havia dito que que o gasto com a folha de pagamento chega a um pouco mais 58%. Mas conforme o levantamento publicado na Folha de São Paulo esse número pode estar sendo maquiado, pois, segundo a reportagem, o gestor não considera alguns gastos como receitas com despesas com pensões, obrigações patronais e auxílios, o que coloca esse número muito mais acima do divulgado.

O Tocantins está à beira do abismo; somente uma reforma estrutural de proporções gigantescas pode tirá-lo desse precipício. Mas reduzir a folha de pagamento também implica em mexer com interesses políticos dos deputados estaduais. Os acordos firmados no período eleitoral coloca o governador Mauro Carlesse em uma verdadeira sinuca de bico, de um lado os antigos aliados que lutarão para manter seus contratos, e de outro os que vieram depois que lutarão para colocar os seus.

Com mais de 71% das receitas comprometidas com a folha de pagamento já estamos perto do caos, se ceder às pressões dos deputados e aliados políticos o caos irá nos engolir, por outro lado se agir com responsabilidade e promover demissões e não contratar tão cedo, o governador irá retomar o caminho do desenvolvimento, o Tocantins se tornará um canteiro de obras e teremos pleno emprego. Se tomar a segunda decisão possa ser que os deputados se sintam traídos e tentem boicotar o governador na AL/TO.

O Governador está entre a cruz e a espada.

Postada em 06/10/2018 ás 17h46

Amanhã iremos às urnas para decidir quem será nosso o proximo  governador,  2 Senadores,  8 Deputados Federais e 24 Deputados Estaduais. Temos que escolher bem, para que não possamos cair novamente em outra onda de instabilidade.  Ainda não nos recuperamos da primeira, logo veio outra e não podemos correr o risco de termos uma terceira, que será o decreto do fim do Estado do Tocantins, por isso, é imprescindível que você antes de digitar os números de seus candidatos pense no futuro do seu filho.

Postada em 29/09/2018 ás 09h30

O Tocantins está caindo em mais uma insegurança política e jurídica. Será a terceira vez que um governador é cassado no Tocantins: duas vezes com Marcelo Miranda e uma provável com Carlesse.

Os crimes que cassaram Marcelo Miranda e podem cassar Carlesse são os mesmos: abuso de poder econômico e político. Essas inseguranças jurídicas e políticas ocasionadas pelo desejo do poder pelo poder causam um mal ao tocantinense de bem, empresas fogem do Estado, desemprego aumenta e a miséria se alastra em solos tocantinenses.

Não aguentamos mais uma cassação, isso será o decreto do fim do Tocantins. Dia 7 de Outubro não pense no agora, pense no futuro, e no desgaste que um mandato interrompido causa. Precisamos de melhorar a economia do Tocantins para melhorar a vida do tocantinense, Carlesse com essa insegurança jurídica não garante isso.

 

Kelps Mota

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