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Justiça CASO ELVISLEY

Justiça coloca Bruno Cunha e Júnior da Serra no banco dos réus por morte do empresário Elvisley

Juiz Marcelo Rostirolla recebeu a denúncia e abriu prazo para os réus se defenderem

16/09/2020 02h02
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Por: Alessandro Ferreira Fonte: Redação | Agência Tocantins
Vítima estava dentro do veículo quando foi atingida por vários tiros – Foto: Reprodução/Agência Tocantins
Vítima estava dentro do veículo quando foi atingida por vários tiros – Foto: Reprodução/Agência Tocantins

O juiz Marcelo Eliseu Rostirolla recebeu a denúncia protocolada pelo promotor de Justiça André Varanda e colocou o empresário do ramo de eventos Bruno Teixeira da Cunha e o ex-candidato a vereador em Aparecida do Rio Negro Gilberto de Carvalho Limoeiro Parente Júnior, o Júnior da Serra, no banco dos réus.

Bruno Cunha é acusado de ter pago R$ 25 mil para Júnior da Serra matar o empresário Elvisley Costa de Lima, que morreu após ser atingido por tiros enquanto conversava com Bruno Cunha, por volta das 9h em um dos bolsões de estacionamento da Avenida Palmas Brasil, na Quadra 704 Sul no dia 24 de janeiro deste ano.

A denúncia protocolada no dia 3 de setembro qualifica o homicídio como motivo torpe e por dificultar a defesa da vítima e, de acordo com a decisão do juiz Rostirolla, contém a exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, a qualificação dos acusados e o rol das testemunhas e o inquérito policial que a ampara possui “prova da materialidade delitiva e indícios” de que os denunciados tenham sido os autores do crime.

"Não vislumbro a possibilidade de rejeição liminar da denúncia”, escreve o juiz, que já mandou citar os dois réus para responderem à acusação.

A denúncia

Segundo o promotor, no dia do crime, Bruno Teixeira ligou para o empresário propondo uma conversa sobre uma dívida que possuía e Elvisley cobrava o pagamento e o levou para o estacionamento onde havia sido combinada a execução. Enquanto Bruno distraía Elvisley conversando com ele na caminhonete, Júnior da Serra se aproximou do carro, pelo lado da vítima - recurso que dificultou a defesa do empresário, conforme o promotor - e efetuou vários disparos contra ele. Lima morreu no local.

“O conjunto probatório indiciário demonstra que o denunciado Gilberto de Carvalho matou a vítima a mando do denunciado Bruno Teixeira, devedor de vultosa quantia à vítima, mediante promessa de pagamento, tendo Gilberto de Carvalho recebido antecipadamente pelo “serviço” a importância de R$ 25.000,00 (conforme dados telefônicos obtidos por meio judicial)”, escreve o promotor.

André Varanda afirma que Júnior da Serra ao ser preso em cumprimento a Mandado de Prisão, confessou, em parte, a autoria do crime. Ele está preso em Goiás. Bruno Teixeira tem negado a autoria e é considerado foragido pela Justiça. “Entretanto, as provas coligidas aos Autos de Inquérito (Laudos Periciais, imagens, quebras de dados telefônicos, etc.), indicam a coautoria de sua parte”, acusa o promotor.

Bruno Cunha está foragido e Júnior da Serra está preso em Aparecida de Goiânia (GO).

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