domingo, 24 de março de 2019
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Eleições 2018

08/10/2018 às 16h04 - atualizada em 08/10/2018 às 19h26

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Redação

Palmas / TO

PT precisa de virada inédita para vencer Bolsonaro no 2º turno
Para quebrar essa tradição, Haddad precisa tirar uma vantagem que no primeiro turno foi de polo menos 17,31% dos votos válidos. Uma “montanha” de mais de 18 milhões de votos.
PT precisa de virada inédita para vencer Bolsonaro no 2º turno
Jair Bolsonaro (PSL) , Fernando Haddad (PT) na disputa no segundo turno eleições 2018 - (Foto: Montagem/Agência Tocantins)

O PT precisa de uma virada inédita na história da política brasileira desde a redemocratização para derrotar o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). Desde 1989, nenhum candidato que saiu atrás na disputa do segundo turno conseguiu reverter a desvantagem e vencer as eleições presidenciais.


Com 99% das urnas apuradas, Fernando Haddad (PT), foi o segundo candidato mais votado e vai disputar o segundo turno com Bolsonaro. Haddad obteve 30,7 milhões de votos o equivalente a 28,9% dos votos válidos. Bolsonaro, por sua vez, recebeu 49 milhões de votos o equivalente a 46,2% dos votos válidos.


Para quebrar essa tradição, Haddad precisa tirar uma vantagem que no primeiro turno foi de polo menos 17,31% dos votos válidos. Uma “montanha” de mais de 18 milhões de votos.


O cientista político e professor André Borges, da UnB (Universidade de Brasília), explica que, em geral, as viradas em segundo turno são mais difíceis porque elas normalmente se dão entre candidato governista e um de oposição.


“Na maior parte das vezes, os candidatos que chegam ao primeiro turno na frente são aqueles de candidaturas governistas. Por terem o apoio do governo, a tendência é que seja mais difícil reverter um resultado no segundo turno”, Afirmou.


Borges diz, no entanto, que as eleições presidenciais deste ano são extremamente atípicas e que uma virada, ainda que muito difícil, não é impossível.


“Apesar de Bolsonaro estar em primeiro lugar, ele continua sendo um azarão nessa disputa. Ele está em um partido pequeno com uma equipe que tem pouca experiência em eleições. Além disso, ele vai enfrentar um partido que venceu todas as disputas desde  2002. A virada é difícil, mas não é impossível que aconteça”, Afirmou.


Borges acredita que, no segundo turno, o PT deverá explorar as altas taxas de rejeição de Bolsonaro se quiser reverter a vantagem do primeiro.


“Bolsonaro foi poupado de ataques durante parte da disputa por conta do atentado que ele sofreu. Agora, ele não será mais poupado. Esse segundo turno deverá ter muita campanha negativa e as contradições dele, assim como as do Haddad, deverão ser exploradas”, Explicou.


Seis segundos turnos desde 1989


Desde o fim da ditadura militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985, o Brasil teve oito eleições presidenciais. Dessas, seis foram para o segundo turno (1989, 2002, 2010, 2014 e 2018).


Desse período, o candidato que ficou mais perto de virar a disputa foi o ex-senador e deputado federal eleito por Minas Gerais Aécio Neves (PSDB).


Em 2014, ele chegou ao segundo turno com 3,5% dos votos válidos, enquanto Dilma Russeff (PT) tinha 41,59%  - nesse ano, ela não conseguiu se eleger senadora por Minas Gerais, perdendo para Rodrigo Pacheco (DEM) e Carlos Viana (PHS).


No segundo turno, depois de obter  o apoio de Marina Silva, então PSB, Aécio obteve 48,36% dos votos válidos, contra 51,64% de Dilma Russeff, uma diferença de pouco mais de 3% dos votos válidos.  


  


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 19/03/2019 ás 15h24

A tentativa do deputado Jair Farias de tirar vantagem política nas emendas do senador Eduardo Gomes é digna de um político sem expressão, que vive às sombras de outro. Em 49 dias de mandato tem desempenhado um papel abaixo do esperado. Tem se dedicado a propagar em redes sociais requerimentos que não passarão do Facebook e das linhas de transmissão do whatssap.

 

Keops Mota

Postada em 20/02/2019 ás 17h47

UM DESASTRE IMINENTE EM PALMAS

Após a ocorrência de um desastre, seja ele causado pelas forças da natureza ou pela ação humana, sempre aparecem colunistas, especialistas e formadores de opinião pra dizer que a tragédia já dava sinais de acontecer e que poderia ter sido evitada. Todavia, esses formadores de opinião dificilmente alertam a população antes do fato. A própria população afetada é que denuncia o descaso com os riscos, sendo ignorada na maioria das vezes.

Foi assim nos rompimentos das barragens em Minas Gerais, como também nos casos dos deslizamentos de terra, no incêndio do alojamento do Flamengo e em tantos outros desastres que ocorreram no Brasil.

E em Palmas a história se repete, pois está em curso um outro tipo de desastre e esses formadores de opinião mais uma vez dão de ombros frente ao óbvio, mesmo vendo as pessoas emitirem o alerta todos os dias nas redes sociais, nas entrevistas de de TV e em suas reclamações nos bairros e nas ruas.

É o desastre chamado gestão Cinthia Ribeiro. Sim, uma gestão incompetente à frente de uma Capital com 300 mil habitantes pode prejudicar a população muito mais que um incêndio em um prédio ou um desastre natural.

O cenário da capital é de abandono em meio ao matagal nos bairros, as ruas esburacadas, os serviços públicos com queda de qualidade e a saúde jogada às traças, onde o único morador confortável na cidade responde por Aedes Aegypti.

E nessa marcha Cinthia Ribeiro que já é considerada no meio político a pessoa mais ingrata e infiel ao seu partido da história do Tocantins, perdendo inclusive, em materia de traição para Marcelo Miranda, pois este já havia sido eleito pelo voto popular quando empinou a carroça contra Siqueira Campos, agora caminha pra ser a pior gestora que a população de Palmas já conheceu.

Desafortunadamente, os prejuízos materiais e os danos humanos já começaram ser contabilizados e podem evoluir para consequências irreparáveis devido à mà gestão.

Enquanto isso, aqueles colunistas, especialistas e formadores de opinião se calam de 30 mil formas diferentes, invocando até questões de gênero para defender a gestora que pagou com traição a quem lhe deu a mão e está arrasando com a Cidade.

Dessa forma, a Capital antes chamada de “Sua Linda”, levará um tempo depois de 2020 para recuperar sua autoestima e superar o desastre Cinthia Ribeiro.

 

Por Iranilto Sales

Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

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