AÇÃO PARLAMENTAR

Milton Neris espera esclarecimentos da BRK Ambiental sobre tarifa abusiva

Conforme o vereador, o serviço que a empresa tem executado deixa muito a desejar, com reajustes abusivos e do mau cheiro causado pelo esgoto, como no caso do setor Bertaville e na região das Arnos.

05/12/2018 17h49Atualizado há 6 meses
Por: Alessandro Ferreira | Redação
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Vereador Milton Neris (PP) durante discurso na tribuna da Câmara em Palmas — Foto: Reprodução/Agência Tocantins
Vereador Milton Neris (PP) durante discurso na tribuna da Câmara em Palmas — Foto: Reprodução/Agência Tocantins

O vereador Milton Neris (PP) usou a tribuna nesta quarta-feira, 5, para expor sua indignação com a Concessionária BRK Ambiental e o descaso que ela têm demonstrado com a população palmense. Para esclarecer e discutir o contrato de concessão e a planilha de custo operacional da empresa, foi convocada a participar de audiência pública nesta tarde, às 16hs, na Casa de Leis. Conforme o vereador, o serviço que a empresa tem executado deixa muito a desejar, com reajustes abusivos e do mau cheiro causado pelo esgoto, como no caso do setor Bertaville e na região das Arnos.

Neris relata que a BRK tem ignorado a Agência de Regulação de Palmas, a qual cuida do sistema de saneamento da Capital, e que não passa com clareza os componentes da planilha. “O cidadão tem o direito saber se o que está pagando é justo. Nos últimos anos, Palmas está sendo penalizada com o preço da tarifa de água, em casos com valores mais altos que o de energia. Hoje temos o custo de água mais alto do país. Um absurdo!”, protesta.

O Vereador contou sua participação em uma reunião com a Agência de Regulação, na qual teve acesso à algumas informações, porém, sem o aprofundamento necessário. “A BRK precisa explicar para Palmas e para os 46 municípios que participam desse processo”.  

Além disso, Neris expôs uma situação atípica, na qual funcionário da Concessionária e secretários da prefeitura, recebiam mais de R$ 2 mil  para realizarem reuniões nas quais eram remunerados. “Entre 2013 e 2018 aconteceram mais de 200 reuniões remuneradas, onde o ex-prefeito Carlos Amastha criou um Comitê, através de decreto, para que ocorressem essa lavagem de dinheiro”, afirmou o vereador.

Porém, em agosto deste ano, “a prefeita Chintia Ribeiro suspendeu o decreto e acabou com essa farra”. Neris pontuou essa situação como “trem da alegria”, que beneficiou muita gente desmerecida e prejudicou o principal interessado: a população palmense.

 

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