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Cidades

10/01/2019 às 17h53 - atualizada em 10/01/2019 às 18h33

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Redação

Augustinópolis / TO

Vereador Cicero Moutinho presta conta dos requerimentos apresentados durante dois anos de mandato
O vereador e presidente da Câmara Municipal de Augustinópolis, Cícero Moutinho, prestou conta dos requerimentos de mais relevância durante esses dois anos de mandato legislativo. Segundo o presidente da casa nesses dois anos foram apresentados vários requerimentos, que, segundo Moutinho, tiveram como principal objetivo melhorar a vida do augustinopolino
Vereador Cicero Moutinho presta conta dos requerimentos apresentados durante dois anos de mandato
vereador Cicero Moutinho/presidente da Câmara de Augustinópolis

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Augustinópolis, Cícero Moutinho, prestou conta dos requerimentos de mais relevância durante esses dois anos de mandato legislativo. Segundo o presidente da casa, nesses dois anos foram apresentados vários requerimentos, que, segundo Moutinho, tiveram como principal objetivo, melhorar a vida do augustinopolino. “Foram dois anos de muita luta em prol da comunidade, apresentei vários requerimentos que tiveram como objetivo melhorar a vida do nosso povo, alguns foram sancionados pela prefeitura, outros não, mas todos visam o bem comum do augustinopolino” frisou Moutinho.


Dentre os mais relevantes tem o projeto de lei nº 002/2018, que tem como finalidade instituir faixa de consumo de água na categoria residencial. Para Cícero Moutinho o projeto visa o equilíbrio e transparência com as pessoas que consomem menos de 10,000 (dez mil) litros. Ainda afirma que não seria justo uma pessoa que gastou apenas 5,000 (cinco mil) litros pague a mesma taxa de quem consome 10,000 (dez mil) litros. Os projetos mais relevantes do vereador são:


Lei nº 002/2018 de Novembro de 2018 – faixa de consumo mínimo de água. (promulgado pela Câmara)


Esse projeto visa estabelecer faixa de consumo mínimo de água para fins de cobrança. A antiga lei previa uma taxa mínima de R$ 41,10 (quarenta e um reais e dez centavos) para quem consumia de cinco mil a dez mil litros/mês, com a nova regra se institui uma faixa de consumo, diferenciando aquele que gastou cinco mil daquele que gastou dez mil litros. A lei cria dez faixas de consumo mínimo, diferente da atual regra que determina apenas uma com inicio a partir de cinco mil litros. A lei determina que a cobrança seja a partir de 1,000 litros/mês, observando a faixa de cobrança determinada para cada metro gasto de R$ 4,11 (quatro reais e onze centavos).  A fiscalização da aplicação da lei ficará a cargo da prefeitura.


Requerimento nº 010/2017 de 31 de Outubro de 2017 – requerimento pedindo mais um defensor público para Augustinópolis. Esse pedido tem como finalidade fortalecer o princípio da igualdade e cidadania. Conforme o autor do projeto, Cícero Moutinho, isso acaba com o retrocesso na promoção da justiça.


Requerimento nº 014/2017 de 22 e Novembro de 2017 – solicita à empresa Chaves que apresente esclarecimentos sobre os serviços prestados.


O vereador e presidente da casa requereu à empresa Chaves, que prestou serviço de bloqueteamento no município de Augustinópolis, esclarecimentos sobre esses serviços, pois, segundo o vereador, poderia se averiguar sobre as condições em que estariam sendo prestados os serviços e exercer uma fiscalização mais eficiente.


Requerimento nº 004/2017 de 09 e Fevereiro de 2017 – requer mais um funcionário para os cemitérios municipais.


O pedido seria de mais um coveiro para o cemitério na zona urbana de Augustinópolis e no povoado Itaúba.


Requerimento nº 005/2017 de 21 de Junho de 2017 – pedido de abertura de poço artesiano para os assentamentos PA Deijanira e PA Três Irmãos.


Requerimento nº 009/2017 de 19 e Outubro e 2017 – Iluminação da Avenida Itáuba.


A iluminação partiria do trevo da Avenida Goiás, finalizando na entrada do Bairro São Pedro;


Requerimento nº 011/2017 de 31 de Outubro de 2017 – fiscalização da prefeitura em terrenos baldios


Para Cícero Moutinho um dos grandes inconvenientes na estrutura urbana é a presença dos chamados terrenos baldios. Segundo o vereador esses terrenos baldios são os grandes propagadores de doenças devido ao acumulo de lixo encontrado no local. Por isso, o vereador pede a fiscalização e o cumprimento do código de postura do município em relação à esses terrenos.


Requerimento 014/2017 de 22 de Novembro de 2017 – requer a regulamentação de um local para festividades.


A preocupação com esse requerimento segundo o vereador seria com a segurança.  As festividades são realizadas na praça Ari Valadão, onde existem três agências bancárias, e ainda conforme Moutinho, isso acarreta em riscos para a população com uma possível tentativa de assalto à esses agências.


Requerimento 018/2018 de 08 de fevereiro de 2018 – leilão de sucatas.


O leilão das sucatas que se amontoam no pátio da garagem da prefeitura tem como objetivo suprir outras necessidades com o dinheiro arrecadado.  O vereador sugeriu que com a arrecadação poderia ser abertos poços artesianos no setor rural, onde, segundo o parlamentar passam por falta de água.


Requerimento 005/2018 de 15 de Março de 2018 – relação de medicamentos fornecidos pela prefeitura em site oficial.


O requerimento pretende evitar as mazelas decorrentes da eventual falta de medicamentos de uso contínuo, que por sua vez não encontrados na unidade básica de saúde mais próximas de sua residência.


 


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 19/03/2019 ás 15h24

A tentativa do deputado Jair Farias de tirar vantagem política nas emendas do senador Eduardo Gomes é digna de um político sem expressão, que vive às sombras de outro. Em 49 dias de mandato tem desempenhado um papel abaixo do esperado. Tem se dedicado a propagar em redes sociais requerimentos que não passarão do Facebook e das linhas de transmissão do whatssap.

 

Keops Mota

Postada em 20/02/2019 ás 17h47

UM DESASTRE IMINENTE EM PALMAS

Após a ocorrência de um desastre, seja ele causado pelas forças da natureza ou pela ação humana, sempre aparecem colunistas, especialistas e formadores de opinião pra dizer que a tragédia já dava sinais de acontecer e que poderia ter sido evitada. Todavia, esses formadores de opinião dificilmente alertam a população antes do fato. A própria população afetada é que denuncia o descaso com os riscos, sendo ignorada na maioria das vezes.

Foi assim nos rompimentos das barragens em Minas Gerais, como também nos casos dos deslizamentos de terra, no incêndio do alojamento do Flamengo e em tantos outros desastres que ocorreram no Brasil.

E em Palmas a história se repete, pois está em curso um outro tipo de desastre e esses formadores de opinião mais uma vez dão de ombros frente ao óbvio, mesmo vendo as pessoas emitirem o alerta todos os dias nas redes sociais, nas entrevistas de de TV e em suas reclamações nos bairros e nas ruas.

É o desastre chamado gestão Cinthia Ribeiro. Sim, uma gestão incompetente à frente de uma Capital com 300 mil habitantes pode prejudicar a população muito mais que um incêndio em um prédio ou um desastre natural.

O cenário da capital é de abandono em meio ao matagal nos bairros, as ruas esburacadas, os serviços públicos com queda de qualidade e a saúde jogada às traças, onde o único morador confortável na cidade responde por Aedes Aegypti.

E nessa marcha Cinthia Ribeiro que já é considerada no meio político a pessoa mais ingrata e infiel ao seu partido da história do Tocantins, perdendo inclusive, em materia de traição para Marcelo Miranda, pois este já havia sido eleito pelo voto popular quando empinou a carroça contra Siqueira Campos, agora caminha pra ser a pior gestora que a população de Palmas já conheceu.

Desafortunadamente, os prejuízos materiais e os danos humanos já começaram ser contabilizados e podem evoluir para consequências irreparáveis devido à mà gestão.

Enquanto isso, aqueles colunistas, especialistas e formadores de opinião se calam de 30 mil formas diferentes, invocando até questões de gênero para defender a gestora que pagou com traição a quem lhe deu a mão e está arrasando com a Cidade.

Dessa forma, a Capital antes chamada de “Sua Linda”, levará um tempo depois de 2020 para recuperar sua autoestima e superar o desastre Cinthia Ribeiro.

 

Por Iranilto Sales

Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

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