domingo, 17 de fevereiro de 2019
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16/01/2019 às 01h32 - atualizada em 16/01/2019 às 09h34

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Keops Mota

Augustinópolis / TO

Vereador Cícero Moutinho pede prosseguimento na ação que pede a conclusão do aterro sanitário de Augustinópolis
A promotora de justiça Ruth Araújo Viana atendendo o pedido deu andamento essa semana no processo, e o presidente da casa diz esperar um desfecho positivo para que se resolva a situação.
Vereador Cícero Moutinho pede prosseguimento na ação que pede a conclusão do aterro sanitário de Augustinópolis
Vereador Cícero Moutinho

O presidente da Câmara de vereadores de Augustinópolis, Cícero Moutinho, no dia 04 de Dezembro entrou com um ofício junto a promotoria de justiça de Augustinópolis pedindo o prosseguimento de um processo onde envolve o caso do aterro sanitário de Augustinópolis. Parado desde 2014, o aterro sanitário tem sido motivo de várias críticas, e preocupado com a saúde dos munícipes, o vereador Moutinho teve como objetivo com o pedido de prosseguimento da ação o rápido desfecho do caso para que tão logo haja o funcionamento do aterro.


A promotora de justiça Ruth Araújo Viana atendendo ao pedido deu andamento essa semana no processo, e o presidente da casa diz esperar um desfecho positivo para que se resolva a situação. "A promotora atendendo nosso pedido deu prosseguimento ao processo, com isso espero ver um desfecho o mais rápido possível para que não vejamos mais aquela montoeira de lixo na entrada da cidade", disse.


Aterro foi indicado na gestão de Carmem Alcântara, e passado pela gestão de Deijanira Almeida, onde iniciou o processo movido pelo MP. O Ministério Público tenta obrigar o munícipio de Augustinópolis a concluir a obra através dessa Ação Civil Pública. Segundo a atual gestão a paralização da obra se deu pela morosidade da FUNASA (Fundação Nacional da Saúde) que é o órgão competente. Conforme a gestão, a FUNASA dispõe apenas de dois fiscais para cobrir toda a região norte do país, impossibilitando o funcionamento do aterro pela não autorização do órgão.


 


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

Postada em 23/12/2018 ás 00h49

O Natal está chegando, e que com ele também venham a união, a paz, a alegria e o gozo de estarmos reunidos com nossa família comemorando o nascimento do maior homem da história: Cristo. Que cada pessoa  deixar brotar em seu coração a semente da paz, plantada pelo ilustre aniversariante. Boas festas. São os votos de: 

 

Keops Mota/Corespondente Agência Tocantins

Postada em 24/11/2018 ás 14h37

A coisa está ficando insustentável. Com o governo sofrendo investigações e seus aliados envolvidos em escândalos que vai de depósito ilegal de resíduos hospitalares à apologia à pedófilia, a única saída possível e honrosa diante de tanto descalabro, que só tende a aumentar, é a cassação.

Não podemos estar sob as ordens de um governo que está moralmente abaixo de nós. As denúncias de obstrução de Justiça, concessão de contrato sem licitação para uma empresa da família de um aliado que culminou em um crime ambiental e denúncia por supostos crimes eleitorais já são fatos suficientes para que não tenhamos esse governo como legítimo.

 

Keops Mota

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