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Estado

07/02/2019 às 20h56 - atualizada em 07/02/2019 às 21h23

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Alessandro Ferreira | Redação

PALMAS / TO

Sindicatos e associações se unem e querem a suspensão da medida provisória que congelou os direitos dos servidores
O presidente do SISEPE-TO esclarece que o governo do Estado criou uma câmara técnica para estudar o pagamento de passivos, porém antes é preciso pagar os direitos garantidos por lei aos servidores públicos.
Sindicatos e associações se unem e querem a suspensão da medida provisória que congelou os direitos dos  servidores
Divulgação

O governo do Estado não apresentou nenhum dado que justifique o congelamento dos direitos dos servidores públicos por 30 meses durante a reunião, ocorrida na manhã de hoje (07), no Palácio Araguaia. Na presença de cerca de 20 sindicatos e associações, que representam os servidores civis e militares do Executivo estadual, o secretário-chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, e o secretário estadual da Administração (Secad), Edson Cabral, não se posicionaram sobre mudanças na Medida Provisória nº 2.


O Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO), juntamente com outros representantes classistas, pediu a retirada da MP da Assembleia Legislativa para negociação com os representantes dos servidores. "O governo não apresentou nenhum proposta concreta de mudança da MP nº 2, mas continuaremos buscando uma alteração e que seja feito um calendário de pagamento das progressões que os servidores já têm direito", frisa o presidente do SISEPE-TO, Cleiton Pinheiro.


Pinheiro detalha que o prazo de 30 meses de suspensão das progressões deverá ser reduzido para 12. Já o direito adquirido até 31 de janeiro deste ano pelos servidores referente às progressões, Pinheiro cobra o Executivo para que faça um calendário de pagamento dentro do exercício de 2019 e apresente aos sindicatos e associações. "Mas o governo não abriu nenhum passo para se negociar um calendário para implementação das progressões, já devidas aos servidores públicos."


O presidente do SISEPE-TO esclarece que o governo do Estado criou uma câmara técnica para estudar o pagamento de passivos, porém antes é preciso pagar os direitos garantidos por lei aos servidores públicos.


Próximos passos


"Queremos garantir na Assembleia Legislativa que seja feita essas mudanças na MP 2 e que os representantes dos servidores públicos sejam ouvidos", ressalta Pinheiro. Os sindicatos e associações se reúnem agora, às 14 horas, no Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), para discutir as próximas ações. “Cabe aos sindicatos e associações se manterem unidos e articular, juntamente com os servidores públicos, os deputados estaduais para reverem a MP nº 2”, destaca Pinheiro.



 


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Comentários
Veja também
RAPIDINHAS
Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

Postada em 23/12/2018 ás 00h49

O Natal está chegando, e que com ele também venham a união, a paz, a alegria e o gozo de estarmos reunidos com nossa família comemorando o nascimento do maior homem da história: Cristo. Que cada pessoa  deixar brotar em seu coração a semente da paz, plantada pelo ilustre aniversariante. Boas festas. São os votos de: 

 

Keops Mota/Corespondente Agência Tocantins

Postada em 24/11/2018 ás 14h37

A coisa está ficando insustentável. Com o governo sofrendo investigações e seus aliados envolvidos em escândalos que vai de depósito ilegal de resíduos hospitalares à apologia à pedófilia, a única saída possível e honrosa diante de tanto descalabro, que só tende a aumentar, é a cassação.

Não podemos estar sob as ordens de um governo que está moralmente abaixo de nós. As denúncias de obstrução de Justiça, concessão de contrato sem licitação para uma empresa da família de um aliado que culminou em um crime ambiental e denúncia por supostos crimes eleitorais já são fatos suficientes para que não tenhamos esse governo como legítimo.

 

Keops Mota

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