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Saúde

12/02/2019 às 17h13 - atualizada em 17/02/2019 às 18h59

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Keops Mota

Augustinópolis / TO

Duas pessoas morrem por falta de medicamento no Hospital Geral de Palmas
Para a promotora de Justiça, Maria Roseli de Almeida Pery, a situação do HGP é resultado de um planejamento inadequado e uma logística de abastecimento com muitas falhas
Duas pessoas morrem por falta de medicamento no Hospital Geral de Palmas
Hospital Geral de Palmas/Foto: Lia Mara

Relatos médicos dão conta de que duas pessoas morreram por falta de medicamentos no Hospital Geral de Palmas (HGP). Os pacientes que vieram a óbito foi um que necessitava de furosemida, remédio usado para cardíacos, que custa R$ 0,90 centavos e outro paciente que estava internado no hospital foi a óbito por falta de um filtro respirador, que custa entre R$ 20,00 e R$ 30,00. “A gestão será investigada para descobrir quem são os culpados”, completa o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques.


As informações foram repassadas durante a manhã desta terça-feira, 12, em uma fiscalização feita no Hospital Geral de Palmas (HGP). Conforme levantamento repassado pelos órgãos, estão em falta 43 medicamentos injetáveis, 26 medicamentos controlados, 41 remédios soluções, 46 medicamentos comprimidos e 21 medicamentos oncológicos.


O defensor afirma que a fiscalização foi motivada por denúncias sobre a desassistência no hospital. Já na unidade, segundo ele, o órgão constatou que pacientes estavam morrendo por falta de medicamentos. “Têm pacientes na UTI precisando de drogas que salvam a vida, pacientes que estão internados nos centros cirúrgicos pós-operatórios e macas no chão. As pessoas estão sendo internadas como animais... Então são situações gravíssimas e desumanas, que infelizmente do dia 1º para cá têm ficado cada vez pior”.


Pádua ainda frisa que nesta vistoria, os órgãos estiveram acompanhados da Polícia Civil que coletou uma série de provas para realizar as investigações sobre os casos de negligência no HGP. “Deve ser adotada as providências criminais daqueles que são responsáveis pela situação caótica que o hospital público vem passando”, diz.


Reunião


Durante a visita também teve uma reunião para discutir todas as inconformidades existentes no Hospital Geral de Palmas, entre elas, o que está causando essa desassistência e falta de eficiência na prestação de serviços aos usuários que, inclusive, em alguns casos, são de danos que para os órgãos de fiscalização poderiam ser evitados.


Para a promotora de Justiça, Maria Roseli de Almeida Pery, a situação do HGP é resultado de um planejamento inadequado e uma logística de abastecimento com muitas falhas, que gera a falta dos remédios. “Principalmente devido à inadimplência do Estado que é muito grande. Ele atrasa pagamento dos fornecedores e prestadores de serviços da Saúde, a exemplo da Clínica Enrradiar que paralisou novamente os serviços de radioterapia em Palmas, dentre outras que ocorrem no Estado”, completa.


Negligências


Ainda na reunião, conforme Maria Roseli, foi mencionado que essas negligências decorrem da falta de investimentos para obras de reformas, ampliação e construções de hospitais. “Nós falamos aqui hoje (segunda-feira,11) que os hospitais não têm alvará de bombeiros, inclusive o HGP e o Dona Regina. Isso significa dizer que se houver um incêndio hoje, pacientes, acompanhantes e trabalhadores certamente terão suas vidas ceifadas. Então queremos que o Estado resolva todos os problemas que ele tem nessa área”.


A representante do MPE também diz que a partir desta reunião, o órgão vai estudar qual a medida será tomada em relação ao hospital.


A promotora ainda menciona que caso de óbitos em que os acompanhamentos entendam que foram causados pela desassistência a família deve ir até a polícia e registrar a ocorrência. “A partir desse momento fica mais fácil a atuação do Ministério Público Estadual”, esclarece.


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 20/02/2019 ás 17h47

UM DESASTRE IMINENTE EM PALMAS

Após a ocorrência de um desastre, seja ele causado pelas forças da natureza ou pela ação humana, sempre aparecem colunistas, especialistas e formadores de opinião pra dizer que a tragédia já dava sinais de acontecer e que poderia ter sido evitada. Todavia, esses formadores de opinião dificilmente alertam a população antes do fato. A própria população afetada é que denuncia o descaso com os riscos, sendo ignorada na maioria das vezes.

Foi assim nos rompimentos das barragens em Minas Gerais, como também nos casos dos deslizamentos de terra, no incêndio do alojamento do Flamengo e em tantos outros desastres que ocorreram no Brasil.

E em Palmas a história se repete, pois está em curso um outro tipo de desastre e esses formadores de opinião mais uma vez dão de ombros frente ao óbvio, mesmo vendo as pessoas emitirem o alerta todos os dias nas redes sociais, nas entrevistas de de TV e em suas reclamações nos bairros e nas ruas.

É o desastre chamado gestão Cinthia Ribeiro. Sim, uma gestão incompetente à frente de uma Capital com 300 mil habitantes pode prejudicar a população muito mais que um incêndio em um prédio ou um desastre natural.

O cenário da capital é de abandono em meio ao matagal nos bairros, as ruas esburacadas, os serviços públicos com queda de qualidade e a saúde jogada às traças, onde o único morador confortável na cidade responde por Aedes Aegypti.

E nessa marcha Cinthia Ribeiro que já é considerada no meio político a pessoa mais ingrata e infiel ao seu partido da história do Tocantins, perdendo inclusive, em materia de traição para Marcelo Miranda, pois este já havia sido eleito pelo voto popular quando empinou a carroça contra Siqueira Campos, agora caminha pra ser a pior gestora que a população de Palmas já conheceu.

Desafortunadamente, os prejuízos materiais e os danos humanos já começaram ser contabilizados e podem evoluir para consequências irreparáveis devido à mà gestão.

Enquanto isso, aqueles colunistas, especialistas e formadores de opinião se calam de 30 mil formas diferentes, invocando até questões de gênero para defender a gestora que pagou com traição a quem lhe deu a mão e está arrasando com a Cidade.

Dessa forma, a Capital antes chamada de “Sua Linda”, levará um tempo depois de 2020 para recuperar sua autoestima e superar o desastre Cinthia Ribeiro.

 

Por Iranilto Sales

Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

Postada em 23/12/2018 ás 00h49

O Natal está chegando, e que com ele também venham a união, a paz, a alegria e o gozo de estarmos reunidos com nossa família comemorando o nascimento do maior homem da história: Cristo. Que cada pessoa  deixar brotar em seu coração a semente da paz, plantada pelo ilustre aniversariante. Boas festas. São os votos de: 

 

Keops Mota/Corespondente Agência Tocantins

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