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Palmas recebe lote com vacinas da AstraZeneca e retoma aplicação da segunda dose

A prefeitura informou que chegaram 1.852 doses do imunizante e que isso é suficiente apenas para completar a vacinação de quem está com a D2 atrasada.

16/09/2021 às 15h57
Por: Alessandro Ferreira Fonte: Redação | Agência Tocantins
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Vacinação será para a segunda dose da AstraZeneca — Foto: Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas/Divulgação
Vacinação será para a segunda dose da AstraZeneca — Foto: Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas/Divulgação

A Prefeitura de Palmas informou que vai conseguir concluir o esquema vacinal de moradores que estavam com a aplicação da segunda dose da vacina da AstraZeneca atrasada. A conclusão foi possível porque a capital recebeu um lote com 1.852 doses do imunizante na quarta-feira (15).

Apesar disso, a remessa é suficiente apenas para atender os moradores que aguardam D2 e por isso não será usada como D1. Para receber as doses, o morador deve realizar o agendamento no site da prefeitura.

Pelo menos seis estados brasileiros registraram problemas com a falta de doses da AstraZeneca. Em Palmas, as doses tinham acabado no início da semana.

Na noite desta quarta-feira (15) O Ministério da Saúde anunciou que vai manter a recomendação de intervalo de 12 semanas para aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca. A previsão era a adoção de 8 semanas. Em Palmas a aplicação é feita entre 80 e 90 dias após a primeira dose.

Antes do anúncio, em evento em São Paulo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que há "excesso de vacinas" no país. Na segunda-feira (13), Queiroga defendeu que a campanha de vacinação no Brasil é um "sucesso" e que a reclamação por falta de doses é "narrativa".

Desde o começo de setembro, estados relatam desabastecimento do imunizante da AstraZeneca, preparado no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O motivo da falta de doses disponíveis está associado ao atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), componente utilizado para produzir a vacina. O composto é importado da China.

Devido a esse atraso, a fundação anunciou em 3 de setembro que ficaria duas semanas sem entregar novas remessas ao Ministério da Saúde. A previsão da Fundação é entregar, ainda em setembro, 15 milhões de doses.

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