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Política

10/03/2019 às 10h16 - atualizada em 10/03/2019 às 12h17

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Redação

Augustinópolis / TO

Eleições 2020: Saiba quem são os possíveis pré-candidatos e suas contribuições para o crescimento do município de Augustinópolis
As eleições acontecerão somente em 2020, mas as movimentações de vários grupos políticos deram início ainda no final de 2018 com apresentações de possíveis pré-candidatos que tentam consolidar uma candidatura viável e competitiva
Eleições 2020: Saiba quem são os possíveis pré-candidatos e suas contribuições para o crescimento do município de Augustinópolis
Possíveis pré-candidatos

As eleições acontecerão somente em 2020, mas as movimentações de vários grupos políticos deram início ainda no final de 2018 com apresentações de possíveis pré-candidatos que tentam consolidar uma candidatura viável e competitiva, lógico, esses nomes que foram lançados aos ouvidos do eleitor com um ano de antecedência uma boa parte deles desistirá no meio do trajeto para as eleições por não conseguir animar o eleitor. Estamos na fase em que os pretensos candidatos colocam seus nomes para sentir o clima da população em torno deles, fator que fará com que muitos desistam por não ver sua candidatura decolar no seio popular, fazendo-os juntar-se a candidatos de outros grupos que tiveram mais capilaridade eleitoral nesse período que antecede a pré-campanha de fato e as convenções.  Augustinópolis hoje conta com seis nomes que estão na boca do eleitor e que possivelmente podem disputar a casa de pedra (assim como é conhecida a prefeitura municipal  são eles: Giltão, Antônio do Bar (ou seu indicado), Carmem (ou seu indicado), Renato do Hospital, Roni da casa do Campo e o atual prefeito Júlio Oliveira.


Tendo por base esses nomes queremos mostrar o perfil de cada pretenso candidato. Quem são eles? O que fazem? Há quanto tempo residem na cidade? Quais as suas contribuições para o desenvolvimento da cidade?  Para que se faça uma boa escolha é preciso conhecer a fundo cada um desses que pretendem governar sobre nós, e é isso que iremos tentar fazer com esse artigo. Vamos aos nomes.


Gilton Venâncio (Giltão)


Um pernambucano radicado tocantinense e primeiro servidor da Assembleia Legislativa do Tocantins, trabalhou nas campanhas dos ex-governadores Siqueira Campos e Marcelo Miranda, chegado à Região do Bico do Papagaio no ano de 2014, instalando-se na cidade de Sampaio, aonde chegou a colocar seu nome como pré-candidato à prefeito para as eleições de 2016, mas a candidatura não prosperou, mudando-se neste mesmo ano para Augustinópolis, onde ajudou na campanha vitoriosa do atual prefeitura Júlio Oliveira. Nas eleições estaduais de 2018 Giltão foi coordenador de campanha do atual governador Mauro Carlesse. Bem relacionado com a juventude, Giltão conseguiu dar fôlego novo a campanha de Carlesse e de seu federal, Tiago Dimas, o qual tirou mais de 1000 votos dentro do munícipio.


Giltão é empresário do ramo de marketing, o que foi bem utilizado em 2016 com Júlio Oliveira. Com um bom trâmite no Palácio Araguaia conseguiu várias obras para Augustinópolis, onde destaco a reforma do telhado do Colégio Estadual Manoel Vicente Souza, que era muita luta antiga dos diretores que por ali passaram. Também foi de Giltão a ideia de instalar em Augustinópolis a Escola Militar de Ensino Fundamental, além de conseguir ambulâncias para o Hospital Regional. Como pré-candidato Giltão está apostando na fórmula que deu certo nas eleições estaduais: engajar a juventude nesse projeto.


Júlio Oliveira da Costa (Júlio/atual prefeito)


Natural do Estado do Piauí Júlio Oliveira chegou em Augustinópolis ainda criança. Arriscou-se na vida pública pela primer ave em 2016 candidatando-se a prefeito vindo a vencer a ex-prefeita Carmem Alcantara com a maior diferença de votos da história política de Augustinópolis. Sob o slogan “Júlio é 10” e proclamado o novo pelo eleitor augustinopolino (na verdade era mesmo) fechou as urnas com 4.913 votos contra 4.310 de Carmem. Professor de carreira, Oliveira tem desempenhado um papel na gestão pública de valorização da educação no município. Em sua gestão escolas foram reformadas, construídas e receberam climatização.  A escola Jarbas Passarinho no povoado 20 que passou tempos com rachaduras até chegar o momento em que teve de colocar as crianças em outro local pelo risco que corriam. Ao assumir Júlio Oliveira começou os trabalhos de reconstrução e entregou uma escola nova e moderna aos alunos da comunidade. Além das reformas estruturais houve também um avanço na educação das crianças onde o município alcançou e em algumas escolas até ultrapassou a nota do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).  Uma das primeiras decisões de Júlio Oliveira ao assumir o cargo foi colocar as creches para funcionarem. Construídas na gestão de Carmem Alcantara e abandonadas pela gestão Deijanira Almeida as creches hoje atendem mais de cento e trinta famílias.


Na saúde também houve avanços significativos.  Em sua gestão se construiu a UBS (Unidade Básica de Saúde) no Jardim o Primavera, que era uma reinvindicação antiga dos moradores. A UBS do Jardim Primavera vai atender, além dos moradores do Primavera, uma parte do Bairro Boa Vista, desafogando assim a UBS do Santa Rita que é sobrecarregada com moradores do entorno.


Renato Monteiro (Renato do Hospital)


Natural do Estado do Piauí, Renato Monteiro chegou em Augustinópolis em 2006, vindo do Hospital Dona Regina para assumir a direção administrativa do Hospital Regional de Augustinópolis. Em 2007 assumiu a direção geral ficando até o ano de 2010. Em 2015 retornou ao Hospital Regional na direção administrativa e ficou até 2017.  Foi em  sua época de diretor que o  Regional teve sua porta de entrada estruturada em urgência e emergência nas clínicas ortopédicas, pediátricas, obstétrica, cirúrgica e clínica médica. Também com Renato o ambulatório de especialidades médicas  foi fortalecido, vindo a realizar mais de 200 cirurgias por mês na média complexidade, fez aquisições de ambulâncias, mamógrafo, brinquedoteca e foi mantido o titulo de hospital amigo da criança.  Em 2011 exerceu na cidade o cargo de secretário de administração na gestão de Carmem Alcantara. Atualmente trabalha em sua empresa de representação e exerce um papel político muito relevante. Renato ainda é corretor de Imóveis  credenciado no CRECI, formado em administração de empresas com especialização em gestão hospitalar e pós graduado em gestão pública . Renato aposta em sua experiência como gestor em saúde para oferecer o melhor dessa área à população.


Antônio Cayres de Almeida (Antônio do Bar)


Baiano, Antônio do Bar chegou em Augustinópolis ainda nos anos 70 com seus irmãos. Pecuarista Iniciou a carreira política em 1988, candidatando-se a prefeito, onde foi eleito para o primeiro dos quatro mandatos que exerceu. Como prefeito Antônio do Bar foi responsável pelas construções da praça Augusto Cayres, a reforma da feira municipal e primeira pavimentação de várias ruas e avenidas da cidade. Antônio do Bar aposta na experiência na corrida para a prefeitura.


Maria do Carmo Alcantara Siva (Carmem Alcantara)


De Alagoas, Carmem disputou três eleições, saindo vitoriosa em uma delas, que ocorreu por consequência da cassação de Antônio do Bar, onde ela ficou três anos e seis meses no mandato. Professora de vocação, Carmem Alcantara, assim como Antônio do Bar, chegou em Augustinópolis ainda nos anos 70 com seu esposo José Anacleto, que foi prefeito em Augustinópolis. Carmem disputou a eleição de 2016, perdendo para o atual prefeito Júlio Oliveira. Como prefeita Carmem tem a seu favor a valorização do servidor público municipal, sendo ela a que implementou o plano de cargos e carreiras ; também reformou várias escolas.


Ronivon Teodoro (Roni da Casa do Campo)


Empresário no ramo imobiliário Ronivon Teodoro, ou apenas Roni, como é mais conhecido, é natural de Augustinópolis. Com uma visão empreendedora fora do comum Roni é o maior responsável pela expansão urbana da cidade. Sua empresa tem facilitado a vida dos moradores que sonham com a casa própria, fator que tem contribuído para o crescimento de Augustinopolis. Se realmente for candidato será sua primeira experiência eleitoral. Roni aposta no empreendedorismo e na juventude.


 


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Comentários
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RAPIDINHAS
Postada em 19/03/2019 ás 15h24

A tentativa do deputado Jair Farias de tirar vantagem política nas emendas do senador Eduardo Gomes é digna de um político sem expressão, que vive às sombras de outro. Em 49 dias de mandato tem desempenhado um papel abaixo do esperado. Tem se dedicado a propagar em redes sociais requerimentos que não passarão do Facebook e das linhas de transmissão do whatssap.

 

Keops Mota

Postada em 20/02/2019 ás 17h47

UM DESASTRE IMINENTE EM PALMAS

Após a ocorrência de um desastre, seja ele causado pelas forças da natureza ou pela ação humana, sempre aparecem colunistas, especialistas e formadores de opinião pra dizer que a tragédia já dava sinais de acontecer e que poderia ter sido evitada. Todavia, esses formadores de opinião dificilmente alertam a população antes do fato. A própria população afetada é que denuncia o descaso com os riscos, sendo ignorada na maioria das vezes.

Foi assim nos rompimentos das barragens em Minas Gerais, como também nos casos dos deslizamentos de terra, no incêndio do alojamento do Flamengo e em tantos outros desastres que ocorreram no Brasil.

E em Palmas a história se repete, pois está em curso um outro tipo de desastre e esses formadores de opinião mais uma vez dão de ombros frente ao óbvio, mesmo vendo as pessoas emitirem o alerta todos os dias nas redes sociais, nas entrevistas de de TV e em suas reclamações nos bairros e nas ruas.

É o desastre chamado gestão Cinthia Ribeiro. Sim, uma gestão incompetente à frente de uma Capital com 300 mil habitantes pode prejudicar a população muito mais que um incêndio em um prédio ou um desastre natural.

O cenário da capital é de abandono em meio ao matagal nos bairros, as ruas esburacadas, os serviços públicos com queda de qualidade e a saúde jogada às traças, onde o único morador confortável na cidade responde por Aedes Aegypti.

E nessa marcha Cinthia Ribeiro que já é considerada no meio político a pessoa mais ingrata e infiel ao seu partido da história do Tocantins, perdendo inclusive, em materia de traição para Marcelo Miranda, pois este já havia sido eleito pelo voto popular quando empinou a carroça contra Siqueira Campos, agora caminha pra ser a pior gestora que a população de Palmas já conheceu.

Desafortunadamente, os prejuízos materiais e os danos humanos já começaram ser contabilizados e podem evoluir para consequências irreparáveis devido à mà gestão.

Enquanto isso, aqueles colunistas, especialistas e formadores de opinião se calam de 30 mil formas diferentes, invocando até questões de gênero para defender a gestora que pagou com traição a quem lhe deu a mão e está arrasando com a Cidade.

Dessa forma, a Capital antes chamada de “Sua Linda”, levará um tempo depois de 2020 para recuperar sua autoestima e superar o desastre Cinthia Ribeiro.

 

Por Iranilto Sales

Postada em 27/01/2019 ás 01h28

Sobre o caso dos vereadores. Não quero entrar na questão de culpa ou inocência, até porque não cabe a mim esse julgamento, jogar pedra em quem está caído é muito fácil, e se tratando de amigos, um ato de covardia.

Vi no dia de ontem uma enxurrada de xingamentos contra eles, até de pessoas que já foram ajudadas por algum deles; deixo claro, não estou fazendo uma defesa dos supostos atos cometidos, mas quero exaltar o valor empatia, já pensou se fosse um de nós no lugar deles? Já pensou nossa família sofrendo com seu ente querido preso e ainda tendo de suportar essa enxurrada de xingamentos? Vou repetir o que falei acima: jogar pedra em quem está caído é fácil, e se tratando de um amigo, um ato de covardia.

A exposição de suas prisões trouxe sofrimento não só à eles que agora têm que ficar em uma cela de prisão, mas também aos seus familiares. Eles não mereciam passar pelo que passaram, apesar dos pesares, e antes de lançarmos um juízo de valor sobre o caso devemos saber que até agora eles são inocentes até que se prove o contrário, ainda não há um julgamento das autoridades competentes, eles são suspeitos? Sim, mas essa suspeita não nos dar o direito de condená-los. Esse senso de justiça desmedido e irracional não cabe, ou não deveria caber, em nossos dias.

Fica aqui minha solidariedade aos amigos: Antônio Feitosa, Antônio Barbosa, Antônio Queiroz, Ângela do Rapadura, Marcos da Igreja, Luizinha do Itamar, Neguin da Civil, Nildo Lopes, Ozeas Gomes e Vaguin.

 

Keops Mota

Postada em 17/01/2019 ás 15h53

A pergunta que se faz na capital é: quem é mesmo o governador do Tocantins?. Com o protagonismo exacerbado de Wanderlei Barbosa, Mauro Carlesse foi jogado ao ostracismo, lembrado apenas quando ocorre as  inúmeras trapalhadas do governo, onde o povo cai em cima dele com todo tipo de adjetivos, quando, na verdade, o governador de fato é Wanderlei Barbosa. Carlesse é o dono da caneta, mas só escreve o que é ditado por Wanderlei.

Keops Mota

Postada em 31/12/2018 ás 16h00

019 está chegando, e com ele vem também a incerteza de um governo que começou errado (pau que nasce torto nunca se endireita, já disse "cumpade" Washington) com tentativas de obstrução de justiça, aparelhamentos, escândalos e investigações, o que pode tirar do tocantinense a esperança de um ano feliz.

O cenário que se desenha com o governo carlesse é tenebroso, nada auspicioso. Podemos estar entrando (Deus permita que não) no pior momento de nossa história. O viés autoritário desse governo pode se elevar à níveis assustadores. Não tenha isso como um escrito de quem torce pelo pior, mas de um tocantinense preocupado com o futuro. Deus nos proteja.

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