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INOCENTADO

Acusado de matar taxista em Palmas é absolvido em júri popular

O advogado do réu disse, após o julgamento, que o seu cliente não teve participação no crime. De acordo com a sentença, a soltura do acusado é imediata.

16/10/2019 00h08Atualizado há 1 mês
Por: Alessandro Ferreira
Fonte: Redação / Agência Tocantins
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Cléber Venâncio foi inocentado da morte do taxista Alan Kardec — Foto: Divulgação/SSP-TO
Cléber Venâncio foi inocentado da morte do taxista Alan Kardec — Foto: Divulgação/SSP-TO

O pintor de obras, Cléber Venâncio, 39 anos, foi absolvido da acusação de ter assassinado o taxista Alan Kardec de Oliveira. O júri popular foi realizado nesta terça-feira (15) no fórum de Palmas, quatro anos após o crime que aconteceu em janeiro de 2015. O julgamento durou cerca de 12 horas. A sentença começou a ser lida às 21h.

Apesar de entender que Venâncio atirou na vítima, os jurados decidiram que o réu deveria ser solto. De acordo com a sentença, a soltura do acusado é imediata. O advogado do réu disse, após o julgamento, que o seu cliente não teve participação no crime.

Cléber Venâncio foi preso em 2015 porque uma das testemunhas do assassinato, que não teve a identidade divulgada, informou que seguiu o suspeito até a casa dele após presenciar os disparos. A versão da testemunha foi confirmada por meio de vídeos feitos pelas câmeras de segurança da região.

A realização do júri popular foi determinada ainda em 2016, quando o juiz Gil de Araújo Corrêa, da 1ª Vara Criminal de Palmas, afirmou em decisão que havia indícios suficientes de que o réu planejou uma emboscada para o taxista.

"Vislumbro elementos que apontam que os autores do delito provocaram uma emboscada à vítima, aparentemente murchando o pneu dianteiro de seu veículo, forçando-a promover a troca e assim executá-la", afirmou o juiz na época.

Ao site Agência Tocantins, a esposa do acusado disse que sempre acreditou na inocência de seu marido. Ela afirmou que Cleber sempre trabalhou honestamente para manter a família, e que ele não é pistoleiro, muito menos criminoso. Após a decisão do tribunal do júri, a esposa de Venâncio disse está aliviada e que agora poderá ficar tranquila em casa ao lado do seu marido. “Graças a Deus tudo isso acabou, foram mais de quatro anos de sofrimento, só em saber que ele estava ali, preso por um crime que não cometeu, foi muito humilhante e essa armação que fizeram contra ele nos causou muito sofrimento”. Disse emocionada.

A mulher ainda disse que Cleber sempre afirmou ser inocente e que a justiça seria feita, pois sempre acreditou no poder judiciário do estado. “Ele sempre disse que eu ficasse tranquila, pois, no seu julgamento ele seria inocentado, pois não teve participação nesse crime, ou em qualquer outro”. Finalizou.

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