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OPERAÇÃO POLICIAL

Suspeitos de tráfico que atuam na região da feirinha são alvos de operação da Polícia Civil em Araguaína

Diversos roubos eram cometidos por indivíduos usuários de drogas no intuito de permutar os produtos por drogas, representando assim, atividade de câmbio escuso.

06/11/2019 23h43
Por: Alessandro Ferreira
Fonte: Redação / Agência Tocantins
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Diversos roubos eram cometidos por indivíduos usuários de drogas no intuito de permutar os produtos por drogas, representando assim, atividade de câmbio escuso - Foto: Divulgação/SSPTO
Diversos roubos eram cometidos por indivíduos usuários de drogas no intuito de permutar os produtos por drogas, representando assim, atividade de câmbio escuso - Foto: Divulgação/SSPTO

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Delegacia de Repressão a Roubos – DRR e a 2ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos – DENARC de Araguaína na região Norte do Estado deflagrou a “Operação Epicentro”, visando desarticular associação criminosa responsável por comandar o tráfico de drogas na região da “feirinha”, na cidade de Araguaína.

A ação, coordenada pela Polícia Civil prendeu até o momento seis homens e três mulheres, além de cumprir mandados de busca e apreensão. A investigação que serviu de base para a ação policial foi iniciada em fevereiro de 2019, quando os investigadores da DRR constataram, após cruzamento de dados e informações de ocorrências policiais, que diversos roubos eram cometidos por indivíduos usuários de drogas no intuito de permutar os produtos por drogas, representando assim, atividade de câmbio escuso.

Segundo o Delegado Breno Eduardo Campos, esta investigação foi considerada uma das maiores no combate ao microtráfico na região da Feirinha já realizada em Araguaína. “Por quase 10 meses com técnicas especiais e modernas de investigação, as quais permitiram o monitoramento dos criminosos enquanto realizam a venda de drogas entre os becos e vielas da região”, afirmou.

Conforme o Delegado Alexander Costa da 2ª DENARC, o grupo criminoso identificado é bastante extenso e atuava de forma ininterrupta, havendo, inclusive, uma espécie de escala de horário entre os traficantes. “Alguns atuavam apenas durante o dia, enquanto outros assumiam o turno da noite”, ressaltou.

Após os procedimentos cabíveis, os homens foram encaminhados para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína e as mulheres para a Unidade Prisional Feminina de Babaçulândia. Ao final das investigações, os indivíduos identificados serão indiciados pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico, podendo ser condenados à pena máxima de 25 anos.

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