Polícia MANDADO DE PRISÃO
Homem é preso pela Polícia Civil suspeito de estuprar a própria filha em Pequizeiro; veja os detalhes
Segundo a polícia, os crimes aconteceram quando a vítima tinha oito anos de idade, há quatro anos. A mãe da menor não sabia dos abusos e morava em outro estado.
27/04/2024 17h32
Por: Nathaly Guimarães Fonte: Redação / Agência Tocantins
Homem é preso suspeito de estuprar a própria filha em Pequizeiro – Foto: Divulgação / SSP/TO

Um homem de 37 anos foi preso nesta sexta-feira, 24, na cidade de Pequizeiro, acusado de estuprar a própria filha. A menor, atualmente com 13 anos de idade, relatou que foi abusada desde os oito anos de idade, durante o período que residia com ele na zona rural do município.

O delegado João Luís da Costa Jucá, responsável pelo caso, explica que a mãe da menor não tinha conhecimento dos abusos sofridos pela filha e que a mesma residia em outro estado. “Os abusos cessaram quando a mãe da vítima retornou para Pequizeiro e levou a menor para morar com ela”, comenta.

O delegado lembra que o caso chegou até à delegacia de forma inusitada, quando o próprio pai da vítima denunciou que sua filha estaria sendo estuprada por um homem de 25 anos, que supostamente mantinha um relacionamento amoroso com ela.

“Ao investigar o caso, a Polícia Civil descobriu que o homem teria criado essa história para que eventualmente o favorecesse na disputa pela guarda da menor, e na verdade, o pai foi quem abusou da vítima. Os abusos iniciaram quando ela tinha oito anos de idade e persistiram pelos quatro anos seguintes”, informou.

As investigações foram concluídas e o homem foi indiciado por estupro de vulnerável em continuidade delitiva e com aumento de pena por ser cometido contra descendente. Mediante os atos cometidos pelo agressor e, ainda, pelo histórico de violência e ameaças, houve a necessidade da prisão preventiva do homem. Atualmente ele se encontra à disposição da justiça na Unidade Prisional do município de Colmeia, no Tocantins.

Como denunciar

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Casos de abuso sexual infantil devem ser denunciados. As denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, pelo canal Ouvidoria da Mulher (180) ou presencialmente em uma delegacia de polícia.