Polícia COMBATE AO TRÁFICO
Em Guaraí, Operação Afronta da Polícia Civil estoura boca de fumo e apreende drogas e dinheiro proveniente do tráfico
A “boca de fumo”, local popularmente conhecido como ponto de venda de drogas, estava funcionando nas proximidades de uma escola e de uma unidade policial.
27/12/2024 23h31
Por: Allessandro Ferreira Fonte: Redação | Agência Tocantins
O local estava (boca de fumo) funcionando nas proximidades de uma Escola e de uma unidade policial – Foto: Reprodução / Agência Tocantins 

Dando continuidade às ações de combate à criminalidade e ao tráfico de drogas, na tarde desta sexta-feira (27), policiais civis lotados na 5ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (5ª DEIC) de Guaraí, com apoio da 47ª Delegacia de Polícia e da equipe plantonista da 7ª Central de Atendimento da Polícia Civil, cumpriram um mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Afronta, desencadeada pela Polícia Civil.

Durante a ação, foram apreendidas várias porções de substâncias entorpecentes, materiais utilizados para acondicionamento das drogas e dinheiro proveniente da comercialização dos entorpecentes.

De acordo com informações apuradas pela reportagem da Agência Tocantins, o local funcionava como ponto de comercialização de substâncias ilícitas, popularmente conhecido como “boca de fumo”, nas proximidades de uma unidade de ensino e de uma unidade policial, ambas localizadas na área central da cidade.

Segundo o delegado plantonista João Luís Jucá, responsável pela operação, foram detidos dois investigados: uma mulher de 23 anos e um adolescente de 16 anos, que era o responsável pela venda dos entorpecentes e pela manutenção do ponto de tráfico. Ambos foram conduzidos à 7ª Central de Atendimento.

Entorpecentes, dinheiro e objetos apreendidos no local onde funcionava a boca de fumo - Foto: Divulgação / SSPTO

 

Ainda segundo a autoridade policial, a mulher foi ouvida e liberada por não haver indícios de seu envolvimento com a atividade ilícita. Já em relação ao adolescente, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e ele foi entregue aos familiares.

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O delegado João Luís Jucá explicou que a operação foi coordenada pela 5ª DEIC e recebeu o nome de “Afronta” devido à localização do ponto de tráfico, que funcionava nas proximidades de uma escola e de uma unidade policial.

“O ponto de tráfico utilizado pelos investigados para operacionalizar a venda de drogas estava localizado próximo a uma escola e a uma unidade policial. Por isso, a escolha do nome ‘Afronta’ para a operação, em razão da ousadia dos investigados em escolher esse local como base para a traficância, ou seja, próximo de órgãos de serviço de polícia”, destacou o delegado.

 

 

 

(Reportagem: Alessandro Ferreira / Agência Tocantins)