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Em Palmas, Polícia Civil prende mulher foragida por crimes cibernéticos em apoio à operação da PC de Goiás

Maria Rita Evangelista é apontada como integrante de associação criminosa especializada em golpes digitais em todo o Brasil

Allessandro Ferreira
Por: Allessandro Ferreira Fonte: Redação / Agência Tocantins
23/04/2025 às 18h34
Em Palmas, Polícia Civil prende mulher foragida por crimes cibernéticos em apoio à operação da PC de Goiás
A Operação Rede Integrada segue em andamento e novas prisões não estão descartadas – Foto: Allessandro Ferreira / Agência Tocantins

Em uma ação integrada entre as forças de segurança do Tocantins e de Goiás, policiais civis da 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC – Palmas) prenderam, na tarde desta quarta-feira (23), uma mulher de 22 anos identificada como Maria Rita Evangelista Moura dos Santos. Ela é apontada como membro de uma associação criminosa com atuação em diversos estados brasileiros, especializada em crimes cibernéticos.

A prisão faz parte da segunda fase da Operação Rede Integrada, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás, que teve como objetivo o cumprimento de 100 mandados judiciais de prisão temporária e de busca e apreensão – sendo 96 em Goiás, dois no Tocantins e dois no Distrito Federal.

Segundo informações obtidas pela Agência Tocantins, os investigados são suspeitos de envolvimento em diversos tipos de golpes aplicados pela internet, como o do “novo número”, “boleto falso” e “perfil falso”, que causaram prejuízos a milhares de vítimas em várias regiões do país.

Em Palmas, uma equipe da 1ª DENARC, sob coordenação do delegado Alexander Pereira da Costa, foi designada para cumprir a ordem judicial. Inicialmente, os agentes foram até uma residência no Jardim Bela Vista, onde a mulher estaria residindo, mas ela não foi localizada. Após intensas diligências e investigações, os policiais conseguiram encontrar Maria Rita no setor Santa Bárbara, onde foi efetuada a prisão.

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Os agentes foram até uma residência no Jardim Bela Vista, onde a mulher estaria residindo, mas ela não foi localizada – Foto: Allessandro Ferreira / Agência Tocantins
Os agentes foram até uma residência no Jardim Bela Vista, onde a mulher estaria residindo, mas ela não foi localizada – Foto: Allessandro Ferreira / Agência Tocantins

 

Após ser detida, a suspeita foi encaminhada à 2ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Palmas, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ela foi conduzida à Unidade Penal Feminina da Capital, onde permanecerá à disposição da Justiça do Estado de Goiás.

Para o delegado Afonso Lyra, titular da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), a prisão representa um importante avanço no combate ao crime cibernético. “Trata-se de uma prisão de grande relevância, uma vez que essa mulher é apontada como sendo integrante de um grupo criminoso com atuação nacional, especializado em golpes digitais que podem ter feito inúmeras vítimas, inclusive no Tocantins. A Polícia Civil do Tocantins, mais uma vez, atuou em cooperação com a Polícia Civil de Goiás, reforçando o compromisso com a segurança pública e com a desarticulação de associações criminosas estruturadas”, afirmou o delegado.

A Operação Rede Integrada segue em andamento e novas prisões não estão descartadas.

 

(Reportagem: Allessandro Ferreira / Agência Tocantins)

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