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Polícia Civil encontra ossada que pode ser de idoso desaparecido em Cristalândia
Investigações indicam que José Cavalcante de Castro, conhecido como Pau de Lama, foi vítima de latrocínio; sete suspeitos já estão presos.
21/08/2025 16h13
Por: Patrícia Alves Fonte: Redação | Agência Tocantins
O local foi periciado e os restos mortais encaminhados ao IML. - Foto: Divulgação

Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Civil do Tocantins localizou restos de ossada humana em uma área de difícil acesso conhecida como “barro”, no município de Cristalândia, região sul do estado. A suspeita é de que os ossos sejam de José Cavalcante de Castro, popularmente conhecido como Pau de Lama, desaparecido desde agosto de 2024.

O caso vinha sendo investigado pela 59ª Delegacia de Cristalândia após denúncias anônimas que levaram à apreensão de objetos pessoais da vítima em pontos frequentados por usuários de drogas. Dias após o desaparecimento, o carro de José foi encontrado parcialmente submerso em um lago, a cerca de 400 metros de onde a ossada foi localizada.

De acordo com as apurações, sete pessoas participaram do crime, classificado como latrocínio (roubo seguido de morte). Segundo a investigação, a vítima teria sido atraída por uma mulher até o grupo de criminosos. Após roubarem dinheiro e uma arma de fogo que ele portava, os suspeitos o levaram até o local conhecido como “barro”, onde o executaram.

Todos os envolvidos foram presos ainda em 2024 e permanecem à disposição da Justiça, aguardando julgamento.

A delegada titular de Cristalândia, Jeannie Daier de Andrade, destacou o empenho da equipe para esclarecer o caso.

Desde o desaparecimento, a Polícia Civil empreendeu todos os esforços para elucidar os fatos. A localização da ossada reforça o resultado de um trabalho minucioso e confirma a dinâmica criminosa já apontada nas investigações. Seguiremos acompanhando para que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados, afirmou.

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O local foi periciado e os restos mortais encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), que deverá confirmar a identidade da vítima por meio de exames periciais.